A Minha Escapadela Quente num Cinema Durante uma Escale

Estava de volta de férias no sol do Algarve, mas um voo atrasado deu-me uma escale inesperada em Lisboa. Cheguei ao hotel do aeroporto suada, a pele ainda com o sal do mar. Tomei um duche rápido, a água quente a escorrer pelo corpo, e vesti um vestido leve, solto, sem soutienne. Liberdade total, longe de casa, ninguém me conhece aqui. No lobby, o ar condicionado gelado contrastava com a noite húmida lá fora. Vi-o: alto, estrangeiro, talvez francês, olhos famintos no bar. Sorri, cruzei as pernas, e ele aproximou-se. ‘Boa noite, viagem longa?’, perguntou com sotaque sexy. Falámos de aviões, de saudades, mãos a roçar. Troquei o número. Mensagem: ‘Cinema Gaumont às 21h. Vem.’ Coração acelerado, a urgência do meu voo amanhã de manhã a excitar-me mais.

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Cheguei cedo, comprei bilhete para o único filme das 21h. Sala quase vazia, sentei-me no fundo, escuridão a cair. O ruído distante dos motores dos aviões vibrava no ar. ‘Já te impacientas?’, sussurrou ele, deslizando ao meu lado. O perfume dele invadiu-me, misturado ao cheiro de pipoca. Virei-me, beijei-o devagar, língua a provar cerveja fresca. ‘Surpreendeste-me’, ri baixinho. Ele puxou-me para si, mão na minha coxa nua. O vestido subiu, pele arrepiada pelo frio da sala. Olhei o ecrã, mas via só as pernas dele abertas, o volume na calça. Cruzei as minhas, sentindo a humidade crescer entre as coxas. ‘Gostas?’, murmurou, mão a subir. Acenei, mordendo o lábio.

A Escale e o Encontro no Lobby do Hotel

A tensão explodiu. Beijávamo-nos com fome, línguas enroladas, saliva misturada. A mão dele entrou sob o vestido, dedos frios na minha cona já molhada. ‘Estás encharcada’, gemeu. Tirei a calcinha devagar, fio de cyprine a ligar ao tecido. Cheirava a mim, excitante. Ele lambeu os dedos, olhos nos meus. ‘Quero provar.’ Meti dois dedos na boca dele, ele chupou forte. Virei-me de lado, ele ajoelhou-se no chão entre cadeiras. Língua quente no clitóris inchado, a sugar como se fosse mel. ‘Assim, caralho, chupa-me bem!’ Gemi baixo, mão na nuca dele, quadris a mexer. O ruído do filme abafava os meus suspiros. Ele enfiou a língua fundo, nariz no meu cu, mãos a abrir-me as nádegas. ‘Vou foder-te aqui.’ Levantei-me, curvei-me sobre a cadeira, vestido arreado. Ele baixou as calças, pica dura, grossa, veias pulsantes. Esfregou na minha entrada, molhada de baba e sumo. ‘Mete, fode-me forte!’ Empurrou devagar, preenchendo-me toda, esticando a cona. Começou lento, depois bombadas fortes, bolas a bater no clitóris. ‘Estás tão apertada, puta de escale!’ Agarrei os braços da cadeira, corpo a tremer com o ar condicionado gelado nos mamilos duros. Ele acelerou, mão no meu cabelo, puxando. ‘Goza para mim!’ Senti o orgasmo subir, cona a contrair, jatos quentes. Ele grunhiu, encheu-me de porra quente, a escorrer pelas coxas.

Deitamos-nos entre cadeiras, suados, cheiro de sexo no ar. Beijámo-nos lento, ele lambeu a porra da minha cona, eu chupei o resto da dele, gosto salgado misturado ao meu. ‘Inesquecível’, disse ele. Vesti-me, calcinha no bolso, molhada. Amanhã voo cedo, ele parte para Paris. Saí do cinema, noite moite a colar o vestido à pele, pernas bambas, cona latejante. No táxi para o aeroporto, revivi tudo: o frio da sala, o calor do pau dele, o risco de alguém ver. Ninguém nos conhece, anonimato perfeito. Ainda sinto o prazer, o cheiro dele nos lençóis imaginários. Volto à rotina, mas esta escale fica para sempre na memória, quente e viva.

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