Escala Quente em Paris: Minha Aventura Erótica com um Estranho

Estava em escala inesperada no aeroporto de Paris. Voo de Lisboa atrasado por horas, suor colando na pele com esta humidade pegajosa de verão. Entro no lobby do hotel ali perto, ar condicionado gelado arrepiando os braços. Abro o app de chat, safadeza pura pra passar o tempo. Vejo um gajo, ‘Éric’, francês de 50 anos, curte jogos ousados. Falamos de fantasias, ele propõe: paga pelas minhas peças de roupa que eu tirar no jantar. 100 euros sutiã, 200 cueca, 300 saia. Rio sozinha, excitada com o risco. ‘Porquê não?’, digo. Marcamos num café perto do restaurante indiano no bairro.

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Chego às 20h, imperméavel leve por cima do vestido curto. Ele está lá, alto, barba grisalha, olhos famintos. ‘Bérengère?’, pergunta, pseudo meu. ‘Não, sou a Inês, portuguesa.’, sorrio, sentando. Copos tilintam, whisky pra mim, ele um gim. Mãos tremem um bocado, coração acelera. ‘Estás linda, mais do que imaginei.’, diz ele, voz rouca. ‘Obrigada. Pronta pro jogo?’. Acenamos, vamos pro indiano. Rua fresca, mão dele na minha, quente, suada. No restaurante, mesa num canto escuro, cheiro de curry forte, ventiladores zumbindo.

O Encontro no Lobby e a Tensão no Jantar

Comemos entradas, rio nervosa. Ele desliza 100 euros. ‘Sutiã?’. Olho em volta, sala vazia. Desabotoo devagar o vestido, mão por dentro, solto as alças. Peitos livres, mamilos duros roçando o tecido fino. Entrego-lhe a renda branca, ainda quente da minha pele. Ele guarda no bolso, olhos fixos no meu decote. ‘Mais um botão.’, pede. Abro, ele vê a curva dos seios. Comida arrefece, bocas secas. 200 euros agora. ‘Cueca.’. Vestido justo complica. Levanto um pouco, puxo a tanga molhada pelas coxas, cheiro de excitação no ar. Entrego, ele cheira disfarçadamente, sorri. ‘Estás nua aí em baixo?’. ‘Sim, e pingando.’.

Saímos, ele paga. No beco escuro, ‘300 euros pela saia.’. Ele ri, empurra-me contra a parede. Abro o imper, peito nu, cona exposta. Beijamo-nos vorazes, línguas salgadas de suor. Mãos dele nos meus peitos, apertam mamilos, dói gostoso. ‘Quero-te agora.’, murmura. Ajoelho, zipper aberto, caralho grosso salta, veias pulsando. Chupo fundo, bolas na boca, saliva escorrendo. Ele geme baixo, ‘Caralho, Portuguesa safada.’. Levanto, viro costas, ‘Fode-me.’. Ele entra de rompante, cona encharcada engole tudo. Bomba forte, paçada atrás de paçada, parede fria nas tetas. Barulho de passos, paramos ofegantes, rimos nervosos.

O Sexo Intenso na Rua e no Carro

No carro dele, 205 velha, pernas abertas no banco, imper escancarado. Ele acelera, eu saco o caralho de novo, chupo no semáforo vermelho, luzes piscando. Dedos dele na minha cona, clitoris inchado, gozo tremendo, jatos quentes. Ele explode na minha boca, porra grossa, engulo tudo, beijo com gosto salgado. Chegamos ao quarto do hotel, cama com lençóis ásperos, ar condicionado zumbindo, motores de aviões ao fundo. Fodo mais, de quatro, ele mete fundo, tapa na cara, ‘Puta de escala.’. Gozo gritando, corpo mole, suor misturado.

De manhã, avião chama. Visto-me depressa, beijo de despedida sem nomes verdadeiros. No voo, cona ainda sensível, cheiro dele na pele, sorriso safado. Ninguém sabe, anonimato perfeito, prazer latejando. Volto a Lisboa, mas aquela noite parisiense queima dentro de mim.

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