Estava a voar de Lisboa para Nova Iorque, férias merecidas no sol da Califórnia. Mas uma tempestade brutal desviou o voo para Edimburgo. Escale imprevista, noite inteira no hotel do aeroporto. Cheguei exausta, cabelo desgrenhado, saia colada na pele suada. O lobby era frio, ar condicionado a gelar, ronco distante dos motores. Pedi um whisky no bar para acalmar os nervos.
Ele surgiu do nada. Alto, olhos cinzentos, sotaque escocês rouco. Parecia mordomo de filme antigo, fato impecável, discreto. ‘Precisa de ajuda, miss?’, disse, voz baixa, quase sussurro. Sorri, coração acelerou. Estranho, ninguém me conhece aqui. Liberdade pura. ‘Só de companhia’, respondi, piscando. Sentou-se ao lado, cheiro a colónia amadeirada misturado com tabaco. Falámos de viagens, tempo, nada. Mas os olhares… quentes. Mão roçou a minha coxa debaixo da mesa. Ele… tipo, hesitou? Não, direto. ‘Quarto 312. Agora.’ Levantei-me, pernas tremendo de excitação.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
Subimos no elevador silencioso, só nós. Portas fecharam, ele prensou-me contra a parede. Beijo faminto, língua invasora, gosto a whisky e sal da minha pele. ‘Quero-te toda’, murmurou. Chegamos à quarto, luz fraca, cama com lençóis ásperos de hotel. Janelas vibravam com aviões. Calor húmido da minha cona já escorria. Ele rasgou a blusa, mamilos duros ao ar gelado. ‘Linda portuguesa safada’, rosnou, chupando forte, mordendo. Gemi alto, mãos nos cabelos dele.
Deitei-me, saia subida, sem cuecas – adoro assim em viagens. Ele ajoelhou, cara entre pernas. ‘Molhada pra caralho’, disse, língua no clitóris, chupando voraz. Dedos entraram, dois, três, fodendo rápido. ‘Grita, ninguém ouve.’ Gritei sim, corpo arqueado, aviões rugindo como banda sonora. Gozei na boca dele, sumo jorrando, ele lambendo tudo. ‘Agora o meu pau.’ Desabotoou, caralho grosso, veias pulsantes, cabeça roxa. Chupei gulosa, engolindo até à garganta, baba escorrendo. Ele fodia a boca, mãos no cabelo. ‘Boa putinha de passagem.’
O Sexo Selvagem e Sem Limites na Quarto
Virou-me de quatro, espetei o cu no ar. ‘Queres no cu?’, perguntou, cuspe na rola. ‘Sim, fode-me o cu todo!’ Entrou devagar, esticando, dor prazerosa. Depois bombava forte, bolas batendo na cona. ‘Tão apertada, foda-se.’ Mão no clitóris, esfregando. Gozei outra vez, cu contraindo no pau dele. ‘Vou encher-te de porra.’ Gozou dentro, quente, escorrendo pernas abaixo. Caímos na cama, suor salgado, clim gelando a pele. ‘Melhor escale da vida’, sussurrei.
De manhã, beijo rápido, ele sumiu como fantasma. Voltei ao avião, cona inchada, porra seca nas coxas, memória viva. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Ainda sinto o ronco dos motores, o gosto dele. Sorrio sozinha. Próxima viagem, mais um estranho?