A Minha Escale Quente em Roma com um Italiano Desconhecido

Estava a caminho de Paris para um congresso chato de negócios. Voou tudo bem até ao meio da viagem. De repente, piloto anuncia: mau tempo, aterragem de emergência em Roma. Escale de 10 horas. Merda, penso eu. Mas ok, hotel grátis perto do Fiumicino. Chego ao lobby às duas da manhã. Ar condicionado gelado a bater na cara, cheiro a café forte e tabaco. Multidão de viajantes cansados no bar.

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Sento-me ao balcão, peço um gin tónico. Duas banquetas ao lado, um tipo alto, moreno, uns 40 anos. Olhos escuros, queixo quadrado, camisa aberta no peito. Italiano puro, daqueles que cheiram a perigo bom. Ele vira-se, sorri. ‘Prima volta?’ pergunta, com sotaque grosso. ‘Sim, escale inesperada’, respondo, cruzando as pernas devagar. Ele oferece outra bebida. Conversamos. Chama-se Marco, vai para Milão de manhã cedo. Eu sou Ana, de Lisboa, mas aqui ninguém me conhece. Liberdade total.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

A tensão sobe rápido. Pernas roçam por baixo do balcão. Ele põe a mão na minha coxa, eu não tiro. ‘Estás sozinha?’, sussurra. ‘Agora não’, digo eu, mordendo o lábio. Olhos nos olhos, ele inclina-se. ‘Quarto 312. Cinco minutos.’ Coração acelera. Penso no marido lá em casa, mas foda-se. Estou longe, é só uma noite. Levanto-me, subo as escadas, corpo a tremer de excitação.

Porta abre, ele puxa-me para dentro. Boca na boca, faminto. Línguas enroscadas, gosto a gin e suor. Rasga a blusa, mamas saltam livres. Ele mama os mamilos duros, chupa forte, eu gemo alto. ‘Porra, que delícia’, murmura. Mãos dele nas minhas cuecas, já encharcadas. ‘Estás molhada pra caralho’, diz, enfiando dois dedos na cona. Eu agarro o pau dele por cima das calças, duro como pedra. Desabotoo, cai aos pés. Pau grosso, veias saltadas, cabeça vermelha.

O Sexo Intenso e o Adeus Apressado

Empurro-o para a cama. Drapes frios de hotel, mas pele a arder. Chupo-o devagar, língua na glande, engulo até à garganta. Ele geme, ‘Cazzo, Ana, Continua!’. Saliva escorre, bolas cheias na mão. Ele não aguenta, vira-me de bruços. Bunda ao alto, espalho as pernas. Enfia a língua no cu, lambe a cona, eu tremo toda. ‘Fode-me agora’, peço, voz rouca. Ele entra de uma vez, fundo. Caralho, que grossura. Bate forte, coxas batendo na minha bunda. Suor pinga, salgado na pele. Ar condicionado zune, mas calor moite entre nós. Aviões rugem lá fora, urgência total.

Mudo de posição, monto nele. Cavalgada selvagem, cona apertando o pau. Unhas nas costas dele, arranho fundo. ‘Mais forte, Marco!’, grito. Ele aperta as mamas, belisca. Gozo primeiro, ondas fortes, molho tudo. Ele vira-me de quatro outra vez, fode como animal. ‘Vou gozar!’, avisa. Puxa para fora, jorra quente nas costas, no cu. Cai ao lado, ofegante. Abraço rápido, cheiro a sexo no ar.

Manhã chega cedo. Ele veste-se, beijo rápido. ‘Foi incrível, Ana. Segredo nosso.’ Porta fecha. Eu no chuveiro, água quente lava o esperma, mas o formigueiro fica. Corpo dormente de prazer. No avião para Paris, janela escura, sorrio sozinha. Ninguém sabe. Aquela escale, o lobby, o pau dele na boca, os gemidos… ainda sinto o gosto salgado, o frio dos drapes. Liberdade de passagem. Volto a Lisboa amanhã, mas levo este fogo comigo. Quem sabe a próxima viagem?

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