Estava de volta de umas férias no sol das Canarias, mas o voo atrasou e tive uma escale de várias horas em Madrid. Cheguei ao hotel do aeroporto exausta, mas com aquela liberdade boa de estar sozinha, longe de tudo. Ninguém me conhecia ali. O ar condicionado gelado batia na pele suada, e o barulho distante dos motores fazia vibrar o chão. Sentei-me no lobby, num vestido leve que colava na humidade da noite, pernas cruzadas, a pedir um gin tónico.
Ele apareceu do nada. Um tipo alto, estrangeiro, talvez francês, com barba curta e olhos que me devoravam. Vestia camisa aberta no peito, calças justas que marcavam tudo. ‘Posso sentar-me?’, perguntou com sotaque sexy. Sorri, ‘Claro, a noite é longa’. Chamava-se Marc, em trânsito para Paris. Falámos de viagens, mas os olhares diziam mais. A mão dele roçava a minha no copo, o cheiro do seu perfume misturava-se com o sal da minha pele ainda do mar. ‘Estás sozinha?’, murmurou, inclinando-se. Senti um arrepio. ‘Por agora, sim’. A tensão subia, o coração acelerado. Ele pôs a mão na minha coxa, debaixo da mesa. ‘Quarto 312. Eu subo já’, disse eu, levantando-me devagar, sentindo a humidade entre as pernas.
A Tensão no Lobby e a Faísca Inicial
Subi, o elevador frio contra o calor do corpo. A porta abriu-se, entrei, tirei o vestido, só de cuecas minúsculas. Ele bateu dez minutos depois. Entrou, fechou a porta, e atirou-me contra a parede. ‘Quero-te agora’, grunhiu, beijando-me com força, a língua invasora. As mãos dele apertavam as minhas tetas, os mamilos duros sob os dedos. Tirei-lhe a camisa, lambi o peito salgado de suor. Ele baixou as calças, e vi a pila enorme, grossa, já meia-rija. ‘Caralho, que grande’, disse eu, ajoelhando-me. O chão frio do quarto, o zumbido da clim. Peguei nela com as duas mãos, masturbei devagar, sentindo as veias pulsar. Chupei o caralho todo, até à garganta, saliva a escorrer pelos queixos. Ele gemia, ‘Assim, puta boa’, segurando-me o cabelo.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel
Levantei-me, ele rasgou-me as cuecas. Deitei-me na cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro a limpo misturado com sexo. Ele abriu-me as pernas, lambeu a cona molhada, a língua no clitóris inchado, dedos dentro, fodendo-me devagar. ‘Estás encharcada’, disse, rindo. Montei nele, guiei a pila grossa para a entrada, sentei-me devagar, gemendo com a pressão. ‘Fode-me forte’, pedi. Ele agarrou as minhas nádegas, batendo de baixo para cima, o som molhado das carnes a chocar. Virei de quatro, ele entrou por trás, a pila a rebentar-me a cona, bolas a bater no cu. O suor pingava, a noite moite entrava pela janela entreaberta, motores ao fundo. ‘Mais fundo, fode o meu cu se quiseres’, provoquei. Ele cuspiu no buraco, enfiou devagar, doía mas excitava. Alternava cona e cu, brutal, eu gozei gritando, o corpo a tremer.
Ele virou-me, meteu na boca, ‘Engole tudo’. Gozou jatos quentes na garganta, engoli, lambi os restos. Ficámos ofegantes, corpos colados na clim gelada. ‘Foi incrível’, murmurou. Mas o voo chamava. Tomei duche rápido, vesti-me, beijei-o uma última vez. Saí, o lobby vazio agora, o avião a esperar. No assento, o corpo ainda latejava, a cona sensível, o sabor dele na boca. Ninguém sabe, anonimato total. Sorri sozinha, já a planear a próxima escale. Aquela urgência de passagem… vicia.