A Minha Escale Quente com um Estrangeiro no Hotel

Estava de volta de um voo de negócios de Lisboa para Paris, mas uma escala imprevista em Madrid fodeu tudo. Cheguei ao hotel do aeroporto exausta, o ar quente e húmido da noite a colar na pele. O lobby estava cheio de gente cansada, cheiro a café e suor. Eu, com 28 anos, cabelo castanho ondulado, corpo curvilíneo que adoro mostrar em saias justas, senti aquela liberdade louca: ninguém me conhece aqui. Olhei à volta e vi ele. Alto, estrangeiro, talvez francês, olhos verdes penetrantes, camisa aberta no peito moreno. Troca de olhares. Sorri, ele aproximou-se.

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‘Boa noite, pareces perdida’, disse com sotaque sexy. ‘Só uma escala chata’, respondi, mordendo o lábio. Conversa fluiu: viagens, solidão em hotéis. Pedimos drinks no bar, o gelo a tilintar nos copos. Senti o calor subir, as coxas dele roçando as minhas debaixo da mesa. ‘Quarto 312, se quiseres companhia’, sussurrei, o coração a bater forte. Ele piscou: ‘Eu subo já’. A urgência do voo de manhã tornava tudo elétrico. Subi, duche rápida, pele fresca com cheiro a sabonete hoteleiro.

A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce

Ele bateu à porta, entrei-o. A clim zumbia baixa, ar gelado contra a minha pele quente. Beijamo-nos com fome, línguas urgentes, gosto a whisky na boca dele. Tirei-lhe a camisa, unhas nas costas salgadas de suor. ‘Quero-te agora’, murmurou. Virei-me, mãos no colchão, saia subida, cueca de lado. Ele baixou as calças, caralho duro e grosso saltou para fora, veias pulsantes. ‘Estás molhada pra caralho’, disse, dedo na minha cona raspada, escorrendo já. Guiei-o, gland à entrada, empurrei para trás. Entrou devagar, quente, esticando-me toda. ‘Porra, que apertada’, gemeu.

Fiquei parada, ele agarrou as minhas ancas, vaivém lento no início. O espelho na parede mostrava tudo: rabo empinado, mamas balançando soltas da blusa. Acelerou, couilles batendo nas minhas nádegas com som molhado, ploc-ploc. ‘Fode mais forte’, pedi, voz rouca. Ele obedeceu, mãos a apertar carne, unhas cravadas. Senti o cu piscar com cada estocada profunda, cona a contrair no caralho dele. Gemi alto, sem pudor, o som dos aviões ao longe misturado aos nossos haletos. Toquei-me o clitóris, dedos viscosos, ele rosnou: ‘Vem, goza na minha pila’. Tremi toda, orgasmo violento, cona a mamar-lhe o pau, pernas a fraquear.

A Foda Selvagem na Quarto de Hotel

Ele não parou, fodeu mais seco, rápido, suor pingando nas minhas costas. ‘Vou gozar dentro’, avisou. ‘Sim, enche-me’, supliquei, o risco da viagem a excitar mais. Gritos abafados no travesseiro, ele explodiu, jatos quentes a fustigar o útero, caralho a pulsar. Ficámos colados, ofegantes, o ar cheirava a sexo cru. Ele saiu devagar, porra escorrendo pela coxa, misturada ao meu mel. Deitamos de lado, cu cuia, pila mole ainda semi-dentro, lençóis amarrotados e húmidos.

De manhã, ele foi embora com um beijo: ‘Segredo nosso’. Tomei duche, o eco do prazer ainda na cona inchada, gosto salgado na pele. No avião, pernas doridas, sorriso secreto. Ninguém sabe, anonimato perfeito, mas sinto-o ainda: aquela foda urgente, livre, só nossa. Volto a Lisboa mudada, viciada nestas escalas quentes.

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