A Minha Escale Quente no Sauna do Hotel

Estava de volta de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou e tive uma escale de merda em Lisboa. Cansada, pernas doridas do salto alto e do stress, cheguei ao hotel do aeroporto suada, com a roupa a colar na pele. O ar condicionado gelado do lobby arrepiava-me os mamilos por baixo da blusa fina. Decidi ir ao spa para relaxar antes do próximo avião. Ninguém me conhece aqui, pensei. Liberdade total.

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No sauna, só havia ele. Um tipo alto, estrangeiro, de maiô apertado, suado na penumbra quente. Cumprimentei com um ‘boa tarde’ rouco, enrolei a toalha à volta do corpo ainda molhado da ducha rápida. Sentei-me na prateleira de madeira, pernas um bocado abertas para refrescar. A humidade pegajosa no ar misturava-se com o cheiro a madeira e suor. Ele não falava, mas sentia o olhar. Olhos fixos nos meus pés, subindo devagar.

A Chegada Cansada e o Olhar no Sauna

Fechei os olhos, mas a fadiga misturava-se com tesão. Sem cueca por baixo da toalha, a cona latejava com o calor. Movimentei as coxas, sentindo os lábios roçarem, húmidos. Abri mais um pouco as pernas, fingindo dormir. Ele virou-se de barriga para baixo, cabeça ao nível dos meus joelhos. Vi pelo canto do olho: o rabo dele mexia, o pau endurecia no maiô. Cabrão tarado. Mas fodia-me excitava. Imaginei aquela picha dura por minha causa. O sal do suor escorria pela minha pele, pingando na toalha.

Não aguentei. Levantei-me para sair, toalha a escorregar um pouco, mostrando o monte de vênus depilado. Ele fugiu primeiro, pau a pulsar no maiô. Sorri. No corredor, a rececionista do spa, uma moreninha baixinha com olhos azuis, chamou-me: ‘É a Inês? Vem, eu faço-te um massage. Despir tudo, melhor assim.’ Ri nervosa. ‘Ok, mas sem cuecas hoje.’ Ela piscou: ‘Perfeito, sem obstáculos.’

Deitei-me de barriga para baixo na marquesa, nua, pele arrepiada com o óleo quente que ela verteu. Mãos dela nos ombros, descendo aos rins. ‘Relaxa, miúda.’ Depois, nos pés: dedos entre os artelhos, chupando quase. Suspiro. Subiu aos gémeos, coxas, roçando o interior. Senti dois pares de mãos agora. ‘Quem é?’ Abri os olhos: o tipo do sauna, de bata branca, à frente, mãos no meu pescoço. ‘Deixa-te ir’, disse ela. ‘Ele ajuda.’ Curiosidade venceu.

O Massage que Explodiu em Prazer Proibido

As mãos dela nas coxas internas, quase na cona molhada. Ele nas costas, descendo às nádegas, afastando a toalha. Petraram-me o cu, alternando. Gemi baixinho. Ela unhou a entrada da cona, ele apertou os peitos contra a mesa. O cheiro a óleo essencial e tesão enchia o quarto. Senti o pau dele roçar a cara quando se inclinou. ‘Quero-te assim’, murmurou. Virei o rosto, beijei a picha pela bata abaixo. Dura, quente, veias pulsantes.

Ela lambeu-me os artelhos, chupando como se fosse caralho. Ele baixou as calças, meteu-me os colhões na boca. Chupei, lambi, enquanto o dedo dele untado de óleo entrava no cu. ‘Ah, fode!’ Gozei ali, sem tocar na cona, cu apertando o dedo, boca cheia de bolas. Ela veio lamber o cu, língua na raia, no cu, na cona escorrendo sumo. Ele fodeu-me a boca, pau na garganta, até gozar jatos quentes. Partilhei o leite com ela, beijos molhados, língua no esperma.

Ele enfiou condão, puxou-me o cu para a beira da mesa. Pau na cona, fundo, rasgando. Gozei outra vez, cona a mamar o caralho. Ela cuspiu no cu, ele alternou: fodeu a cona, depois o cu devagar. Ritmo brutal, barulhos de pele chapinhando. Gozou no cu, leite quente escorrendo. Ela lambeu tudo, apaziguando a cona inchada.

Ele sumiu. Ela sorriu: ‘Ducha agora.’ Saí zonza, corpo a tremer. No avião, pernas ainda doridas mas felizes, cona latejando no banco. Ninguém sabe. Só eu, o cheiro a sexo na memória, o gosto salgado na boca. Volto sempre de escale assim.

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