Estava em escala imprevista em Paris, voo atrasado por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotel perto do aeroporto já tarde, suada da viagem, o ar úmido da noite grudando na pele. O lobby estava quase vazio, luzes baixas, o zumbido distante dos motores dos aviões ecoando. Eu, portuguesa de 32 anos, solteira e aberta pra caralho, pedi uma bebida no bar do hotel. Foi aí que o vi. Alto, ombros largos como um rugbista, olhos azuis claros, cabelo bagunçado. Vestia uma camisa xadrez que marcava o peito forte. Ele me olhava, sorrindo de lado. ‘Boa noite, perdida?’, disse com sotaque francês sexy. Respondi em francês meia-boca: ‘Só de passagem, mas quem sabe…’. Sentamos juntos, drinks na mão, pernas se tocando de leve. A tensão subia rápido. Contei do meu voo pra Lisboa amanhã cedo, ele disse que era de Paris mas viajava muito. Mãos roçando, olhares famintos. ‘Quarto 312, sobe?’, perguntei direta, o coração batendo forte. Ele assentiu, pau já duro na calça.
Subimos no elevador, silêncio pesado, cheiro dele misturado com meu perfume. Na porta do quarto, a clim gelada me arrepiou a pele quente. Ele me empurrou contra a parede, beijando voraz, língua invadindo minha boca, mãos apertando minha bunda por cima da saia. ‘Quero te foder agora, sua safada’, murmurou no meu ouvido. Tirei a blusa, sutiã voando, seios livres, mamilos duros. Ele chupou um, mordendo leve, enquanto eu abria o zíper dele. O caralho saltou, grosso, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. ‘Que pauzão delicioso’, gemi, ajoelhando no tapete áspero. Chupei gulosa, saliva escorrendo, engolindo até a garganta, bolas na mão. Ele gemia baixo: ‘Porra, tu chupa como uma puta profissional’. Deitei na cama, lençóis frios e engomados roçando as costas. Ele rasgou minha calcinha, dedo na cona molhada: ‘Tá encharcada, vadia’. Lambeu meu clitóris, língua rodando, dois dedos fodendo fundo, eu arqueando as costas, gozando na boca dele, sucos escorrendo no queixo.
A Rencontre no Lobby e a Tensão que Subia
Virou-me de quatro, espeta o caralho na cona de uma vez, esticando tudo, dorzinha boa misturada com prazer. ‘Fode forte, vai!’, gritei. Ele metia ritmado, bolas batendo na minha pele salgada de suor, o barulho molhado enchendo o quarto. Puxava meu cabelo, tapa na bunda: ‘Tu é uma cadela no cio’. Mudei de posição, montei nele, cona engolindo o pau inteiro, rebolando devagar depois rápido, seios balançando, unhas cravadas no peito dele. Ele chupava mamilo, mão no clitóris esfregando. Gozei de novo, forte, apertando o pau, gritando ‘Caralhooo!’. Ele virou por cima, pernas nos ombros, fudendo selvagem, suor pingando na minha cara, gosto salgado na boca quando lambi. ‘Vou gozar dentro, tá?’, avisou. ‘Enche minha cona de porra!’, respondi. Ele explodiu, jatos quentes enchendo tudo, escorrendo pelas coxas. Ficamos ofegantes, corpos colados, clim gelando o suor.
De manhã, café rápido, beijo de despedida no lobby. Ele pro trem, eu pro aeroporto, voo pra Lisboa. No avião, cona ainda latejando, porra seca na pele, cheiro dele no ar. Ninguém nos conhece, anonimato perfeito. Sorri sozinha, mão na coxa, revivendo cada estocada. Liberdade de viagem, urgência do adeus, prazer que fica pra sempre. Volto quando quiser.