Estava de regresso de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou. Escale imprevista em Lisboa, noite quente e moite. Check-in no hotel ao lado do aeroporto, lobby iluminado por luzes frias, ar condicionado gelado a contrastar com o calor lá fora. Ouvia os motores dos aviões ao longe, um rugido constante que me excitava, como se o mundo inteiro estivesse em movimento.
Eu, quarenta e muitos, casada mas sozinha há semanas, corpo ainda firme de ginásio e sol. Vestido leve, decote generoso, pernas bronzeadas sem meias. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico, o gelo a tilintar. Ele apareceu: jovem, uns vinte, moreno, olhos pretos famintos. Funcionário do hotel? Não, outro viajante, mochila aos pés, t-shirt justa nos peitorais, calças que marcavam o volume entre as pernas. Os nossos olhares cruzaram-se. Sorri, ele corou mas não desviou.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
‘Boa noite, perdida aqui também?’, perguntei, voz rouca de cansaço e desejo. ‘Sim, voo cancelado. Sou o Miguel’, respondeu, sentando-se ao lado. Conversa solta: ele de férias, eu de negócios. Toquei-lhe no braço, senti os músculos tensos. ‘Quente aqui fora, não é?’, disse, inclinando-me, o meu peito quase a roçar o dele. Ele engoliu em seco, olhos no meu decote. A mão dele roçou a minha coxa debaixo da mesa. Coração acelerado, a urgência do avião a partir amanhã. ‘Quarto 312. Subo em cinco minutos. Ninguém nos conhece aqui.’ Ele assentiu, pau já duro visível.
Subi, abri a porta, cortinas semi-fechadas, cama desfeita do jet lag. Ar condicionado zumbia, lençóis frios. Ele entrou, trancou. Sem palavras, agarrei-o pela nuca, beijei com fome, língua dentro da boca dele, gosto a gin e suor. ‘Quero-te agora, rapaz’, murmurei. Ele gemeu, mãos nas minhas tetas, apertando forte. Tirei-lhe a t-shirt, lambi o peito salgado, desci à braguilha. Calções abaixo, o caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha. ‘Lamba-me a cona primeiro’, ordenei, empurrando-o para a cama.
O Sexo Intenso na Quarto, Sem Limites
Deitei-me, pernas abertas, saia subida. Ele mergulhou, língua gulosa na minha fenda molhada. ‘Assim, mais fundo’, gemi, agarrando-lhe o cabelo. O clitóris inchado, ele chupava como louco, dedos enfiados na cona, barulho de sucção molhada. Eu pingava, cheiro forte de sexo no ar. Virei-me de quatro, ‘Fode-me já!’. Ele obedeceu, caralho a entrar devagar, esticando-me toda. ‘Que caralho grande, fode mais forte!’. Ele bombava, bolas a bater no meu cu, suor a escorrer, pele colada. Mamas balançando, eu rebolava, cona apertando-o.
‘Mamã, aguenta?’, riu ele, mãos no meu rabo. ‘Chama-me puta, fode como homem!’. Virou-me de costas, pernas nos ombros, penetrava fundo, até ao colo. Gritei, orgasmo a vir, cona a contrair. ‘Goza dentro, enche-me!’. Ele urrou, jatos quentes a encher-me, leite a escorrer. Caímos exaustos, corpos pegajosos, respiração pesada. Beijei-o, ‘Foi bom, miúdo. Amanhã parto.’
De manhã, check-out cedo. Ele dormia nu, pau mole. Deixei bilhete: ‘Obrigada pela noite. Segredo nosso.’ No táxi para o aeroporto, corpo ainda a formigar, cona sensível, cheiro dele na pele. Avião a descolar, Lisboa pequena lá em baixo. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri, mão entre pernas discretamente. Memória torride: o ronco dos aviões, o suor salgado, o caralho a pulsar. Liberdade de passagem, prazer puro. Volto a casa, mas levo isto comigo para sempre.