A Minha Escala Ardente em Paris: Seduzi um Nadador Australiano no Hotel

Estava em Paris por uma escala imprevista, a caminho de férias no sul de Espanha. Os Jogos Olímpicos fervilhavam na cidade, hotéis lotados, ar cheio de excitação. Eu, portuguesa de 28 anos, solteira e safada, cheguei ao Royal Manceau ao fim da tarde. Calor moite lá fora, mas dentro, a climatização gelada arrepiava a pele. No lobby, barulho distante de motores e multidões.

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Sentei no bar, pernas cruzadas, vestido curto colado ao corpo suado. Pedi um mojito. Ele apareceu: australiano alto, ombros largos de nadador, olhos azuis famintos. Chama-se Hughes, disse, competindo nos 200 papillon. ‘De onde vens, gata?’, perguntou com sotaque grosso. Eu sorri, ‘Portugal, mas aqui sou ninguém. E tu? Prontinho pra ganhar ouro?’. Ele riu, aproximou-se, cheiro de cloro e suor fresco. A tensão subiu rápido. Mãos roçaram, olhares devoravam. ‘Quarto 512, sobe?’, sussurrei, coração acelerado. Ele hesitou um segundo… ‘Foda-se, porquê não? Amanhã volto pra piscina.’

O Encontro no Lobby do Hotel Durante os Jogos Olímpicos

Subimos no elevador, silêncio elétrico. Portas fecharam, ele me encostou à parede, beijou com fome. Boca salgada de mar, mãos grossas apertando minha bunda. Chegamos ao quarto, ar condicionado zumbindo, lençóis brancos frios. Joguei o vestido no chão, só lingerie preta. Ele rasgou a camisa, músculos definidos brilhando. ‘Quero te foder agora’, grunhiu. Eu gemi, ‘Então fode, mas forte, que amanhã eu sumo.’

Ele me atirou na cama, lençóis ásperos contra a pele. Chupou meus peitos, mamilos duros como pedras. Desci a mão, agarrei o caralho dele, grosso e latejante, veias pulsando. ‘Porra, que pauzão’, murmurei, lambendo a cabeça salgada de pré-gozo. Ele gemeu, ‘Chupa, vadia portuguesa’. Engoli até a garganta, saliva escorrendo, barulho molhado ecoando. Ele me virou de quatro, espalmou minha cona encharcada. Dedos grossos entraram, fodendo rápido, sucos escorrendo pelas coxas.

O Sexo Selvagem na Quarto com Vista para a Cidade

‘Quero tua buceta agora’, rosnou. Empurrou o caralho todo de uma vez, esticando-me ao limite. Gritei de prazer, dor boa. Ele bombava forte, bolas batendo na minha pele, suor pingando. ‘Mais rápido, fode-me como um animal!’, pedia eu, unhas cravadas nas costas dele. Mudamos: eu por cima, cavalgando selvagem, cona engolindo cada centímetro, clitóris roçando no pubis dele. Noite moite entrava pela janela entreaberta, cheiro de sexo e cidade. Ele me virou de novo, pernas nos ombros, metendo fundo, acertando o ponto G. Gozei primeiro, corpo tremendo, esguichando no caralho dele. ‘Caralho, que molhada!’, ele urrou, enchendo-me de porra quente, jatos grossos escorrendo.

Ficamos ofegantes, corpos colados, clim gelando o suor. Ele beijou meu pescoço, ‘Melhor foda dos JO’. Ri baixinho, ‘Só uma escala, amor. Ninguém sabe.’ De manhã, ele saiu cedo pra treino, eu peguei o trem. Na estação, pernas moles, cona ainda latejando, gosto de porra na boca. Anonimato perfeito, liberdade de passageira. Sorri sozinha, prazer fresco na memória. Da próxima, quem sabe outro estranho?

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