Estava em viagem de negócios para França, mas o voo atrasou e fiquei presa numa escala imprevista em Paris. Noite quente, ar moite colando na pele. Check-in no hotel do aeroporto, lobby com luz baixa, AC gelado arrepiando os braços. Sentei no bar, pedi um gin tónico, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco. Longe de Lisboa, marido ocupado, ninguém me conhece aqui. Liberdade total, coração acelerado com o desconhecido.
Olhei para ele: uns 45 anos, alto, magro mas forte, olhos famintos. Sorri, ele veio. ‘Boa noite, escala chata, hein?’, disse com sotaque francês. Bernardo, divorciado, sozinho como eu. Conversa flui: solidão, tesão acumulado, porno não basta. ‘Queres ir a um sauna libertino ali perto? Só companhia, sem pressão’, propôs, voz rouca. Eu, Inês, casada mas safada, ri. ‘Porquê não? Nunca fiz, mas estou curiosa. Mentiroso, marido acha que estou com amiga.’ Vestido decotado, mamas quase pulando, ele engoliu seco.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Subia
Chegamos, pagamos casal. Bar: dois casais habitués. Carla, loira alta pernas infinitas, com Carlos careca atlético. Vera, peituda como eu, com Miguel conservado. Rimos, brindes. ‘Aqui é livre, ninguém obriga nada’, piscou Vera. Vestiaire: eu paréo apertado nas tetas, ele toalha na cintura. Hammam primeiro, vapor grosso, calor úmido invadindo poros. Despi, nuos. Olhei o caralho dele, longo, cabeça grossa. ‘Porra, que pau’, pensei, cona já molhada. Piscina: Carla chupada por estranho, gemidos ecoando. Entrei na água fria, olhares devorando minhas curvas, pubis peludo, cu gordo.
Labirinto de salas. DS velha como alcova, casais fodendo. Eu sumi, glory hole: joelhos no colchão, pau anónimo na boca, salgado, duro. Chupei voraz, dedos na clitoris inchada. Bernardo me achou, olhos arregalados. Sauna seco: suores pingando, Vera chupou ele, língua rodando glande. Carla chegou, nós seis na cabine. ‘Vamos ao cuddle room’, disse Miguel. Douche: corpos escorregadios, pau dele duro roçando minha coxa. ‘Estás ensopada’, riu ele. ‘Quero foder, caralho, urgência da partida amanhã.’
O Êxtase Coletivo e a Volta com o Corpo em Chamas
Quarto espelhado, colchões no chão. Carla lambida por Miguel, Vera mama Carlos. Eu juntei-me, apalpei bolas dele. Bernardo enfiado na boca de Carla, pauzão roxo latejando. Inversões: eu chupada por Carlos, língua fundo na cona. Preservativos on: Miguel fode Carla missionário, ela grita ‘Mais forte!’. Eu montei Carlos, espelho mostrando tetas balançando, cara de puta. ‘Ah, fode, que pau rígido!’ Fui ao glory hole vibe, mas agora grupo. Bernardo máquina: fodeu Vera de quatro, cu branco tremendo, ela uivando ‘Enche-me!’. Passou pra Carla, levrette feroz, ‘Toma, vadia!’. Double em Vera: Miguel no cu, ele na cona, ela berrando, cheiro de suor, porra, cyprine.
Eu de quatro, Carlos metendo, vi Bernardo’s monstro entrar em Vera. ‘Banda desenhada viva’, pensei, pés dela cravados nele. Gozei forte, cona apertando, sumo escorrendo coxas. Bernardo durou eterno, rajadas em todas, capotes cheios. Multidão na porta, branquinhos invejosos. ‘Que mitra’, murmurou um.
Bar pós-foda, promessas vazias. Táxi pro hotel. ‘Surpreendeste-me, pauzão. Marido não dá conta’, confessei. ‘Tu és fogo, Inês. Sem contrato, fodia-te agora.’ ‘Talvez Lisboa…’, beijo rápido, cu ondulando na saia. No avião cedo, corpo doendo gostoso: gosto de sal na pele, eco gemidos motores, cona latejando. Anónimo salvo, prazer eterno. Quero mais escalas assim.