Estava em viagem de negócios para Montpellier, vinda de Lisboa. Voo atrasado, escale imprevista em Le Pont-de-Montvert, nas Cévennes francesas. Cheguei ao hotel exausta, ar úmido da noite colando na pele. O lobby cheirava a madeira velha e cerveja. Festa da música na rua, bandas tocando alto, risos ecoando.
No balcão, só um quarto duplo disponível. ‘Partilho com quem?’ perguntei. O rececionista apontou para um homem alto, moreno, nariz aquilino, olhos azuis penetrantes. ‘Ele também em escale.’ Sylvestre, lorenês, especialista em lobos. Riu-se, voz grave: ‘Não mordo, prometo. A não ser que queiras.’ Sorri, o coração acelerou. Liberdade total aqui, ninguém me conhece. Peles salgadas de suor, longe de Portugal.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Jantámos juntos na Truite Enchantée. Trutas quentes, vinho tinto. Falámos de viagens, lobos que ele criava. ‘São fiéis, selvagens no cio.’ Olhos dele devorando-me as curvas sob o vestido leve. Calor moite subia, AC do restaurante gelado nos mamilos. Brincámos, toques acidentais na mesa. ‘Quarto partilhado, hein? Nervosa?’ ‘Excita-me o desconhecido.’ Ele sorriu, predador.
No quarto, lençóis de hotel ásperos, cheiro de lavanda sintética. AC zumbia baixo, motores distantes na autoestrada. Despi-me primeiro, tee comprido mal cobrindo as coxas. Ele entrou do banho, só cueca, pau meia-bomba marcando o tecido. ‘Merda, Inês, és linda.’ Hesitei: ‘Vem, mas é só esta noite. Amanhã parto.’ Urgência do escale, tudo permitido.
Beijámo-nos feroz, línguas salgadas de vinho. Mãos dele nas minhas tetas pequenas, apertando mamilos duros. ‘Adoro assim, firmes.’ Gemi, coxas molhadas. Puxei a cueca, caralho grosso, veias pulsantes, pré-gozo brilhando. ‘Chupa-me, portuguesa fogosa.’ Ajoelhei, engoli até à garganta, gosto salgado e almiscarado. Ele grunhiu: ‘Caralho, que boca gulosa.’ Dedos na minha cona peluda, molhada como nunca. ‘Tão peluda, alpaca macia.’ Ri: ‘Lambe, lobo.’ Língua dele no clitóris, chupando lento, depois rápido. Gozei tremendo, sumo escorrendo queixo dele.
O Sexo Selvagem na Quarto Compartilhado
Deitei-me na cama, pernas abertas. ‘Fode-me agora.’ Entrou devagar, caralho enchendo-me, estirando paredes. ‘Tão apertada, puta de escale.’ Bombeava forte, bolas batendo no cu. Suor pingando, pele colando. Virei de quatro, rabo empinado. ‘No cu? Quero.’ Lubrificou com saliva, empurrou cabeça. Doeu bom, depois prazer puro. ‘Fode o meu cu, Sylvestre!’ Ele acelerou, mãos nas ancas, aouuu como lobo. Gritei, gozando anal, anel pulsando no pau dele.
Mudámos: sentei-me nele, cavalgando selvagem. Tetos girando, AC frio nos seios balançantes. ‘Enche-me de porra.’ Ele explodiu dentro, jatos quentes na cona. Colapsámos, cheiro de sexo no ar, lençóis encharcados. ‘Melhor escale ever,’ murmurou, beijando pescoço salgado.
De manhã, café na varanda, Tarn cantando embaixo. Ele partia para Vosges, eu para Montpellier. Beijo final, gosto de porra velha na boca. No táxi para o aeroporto, corpo ainda dói gostoso, cona inchada, cu latejante. Anonimato salvo, ninguém sabe. Sorri sozinha: regresso a Lisboa com segredo carnal. Liberdade de passageira, prazer eterno.