A Minha Escala Torrida com um Estranho no Hotel do Aeroporto

Estava a caminho de Lisboa para um congresso, mas uma tempestade atrasou o voo em Madrid. Escala de seis horas. Check-in no hotel do aeroporto, exausta mas animada. O ar condicionado gelado batia no meu rabo suado da viagem longa. No lobby, barzinho iluminado por luzes amareladas, som distante dos motores a roncar. Pedi um gin tónico, o calor úmido da noite colava na pele.

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Ele apareceu ao meu lado. Espanhol, uns 50 anos, cabelo grisalho, olhos famintos. ‘Buenas noches, portuguesa?’, disse com sotaque grosso. Sorri, pernas cruzadas, saia curta subindo. ‘Sim, de Lisboa. E tu?’. Chamava-se Miguel, regressava de negócios. Conversa solta: viagens, solidão nos aeroportos. O copo dele roçava o meu braço, cheiro a colónia misturado com suor. Senti a cona pulsar. ‘Queres subir ao meu quarto? Só uma hora, antes do teu voo.’, murmurou, mão na minha coxa. Hesitei? Nem por isso. ‘Vamos.’

A Chegada e o Encontro no Lobby

Subimos no elevador apertado. Portas fecharam, ele encostou-me à parede, beijo molhado, língua invadindo. Mãos dele apertavam as minhas tetas por cima da blusa fina. ‘Estás tão quente…’, gemeu. Chegámos ao quarto, luz fraca, cama com lençóis brancos de hotel, ar condicionado zumbindo. Janelas vibravam com aviões a descolar. Despi-me devagar, ele babava. ‘Que cona linda, molhada já.’ Deitei-me, pernas abertas. Ele ajoelhou, língua no clitóris, chupando forte. ‘Ahh, caralho, continua!’ Gosto salgado do meu suor na boca dele.

Levantei-o, pau duro como pedra, veias pulsando. Tirei a roupa dele, masturbava devagar. ‘Chupa-me, portuguesa safada.’ Engoli o caralho inteiro, baba escorrendo, bolas cheias no queixo. Ele gemia, ‘Joder, qué boca!’. Virou-me de quatro, lençóis frios na pele quente. Dedos no cu, lubrificante do hotel. ‘Queres no cu?’. ‘Sim, fode-me o cu, rápido!’ Entrou devagar, dor boa misturada com prazer. Pau grosso esticando, bolas batendo na cona. ‘Mais forte, Miguel!’. Ele acelerou, suor pingando nas minhas costas, cheiro a sexo no ar moite. Mão dele no clitóris, esfregando.

O Sexo Selvagem e o Adeus Apressado

Virei de barriga para cima, pernas nos ombros dele. ‘Agora a cona, fode fundo!’. Ele meteu tudo, molhado escorrendo pelas nádegas. ‘Estás tão apertada, vou gozar!’. ‘Goza dentro, não pares!’. Orgasmos veio em onda, cona contraindo no pau dele, gritos abafados pelo travesseiro. Ele explodiu, porra quente enchendo-me, escorrendo. Ficámos ofegantes, corações batendo forte, som de aviões ao fundo.

Olhei o relógio. ‘O meu voo…’. Ele beijou-me, ‘Volta sempre, anjo.’. Vesti-me a correr, cona latejando, cu arrombado, porra nas cuecas. Desci, lobby vazio agora. No avião, sentada, vibrações dos motores reviviam tudo. Gosto de sal na boca, cheiro dele na pele. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha, mão discreta na saia. Aquela escala… melhor que férias. Ainda sinto o pau dele, o prazer cru. Próxima viagem, quem sabe?

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