Estava voltando de um congresso em Nova Iorque, cansada, mas animada. O voo atrasou por uma tempestade, escale em Miami por 12 horas. Peguei um quarto no hotel do aeroporto, daqueles genéricos, com ar condicionado gelado e o ronco distante dos aviões. Jantei sozinha no bar do lobby, vestindo um vestido leve, colado na pele pela umidade da noite florida.
Ele apareceu do nada. Alto, moreno, sotaque espanhol, olhos famintos. Sentou ao meu lado, pediu um whisky. ‘Primeira vez em escala assim?’, perguntou, sorrindo torto. Eu ri, sentindo o calor subir. ‘Sempre acontece o inesperado’, respondi, cruzando as pernas devagar. Conversamos besteira: viagens, solidão nos aeroportos. Mas o ar entre nós crepitava. Ele roçava meu braço ‘por acidente’, eu mordia o lábio. ‘Quarto 312’, sussurrei, pagando a conta. Ele me seguiu no elevador, mãos já inquietas na minha cintura.
A Escala Inesperada e o Olhar que Acendeu o Fogo
Subimos em silêncio, só o zumbido da máquina e nossos olhares se comendo. Na porta, ele me prensou contra a parede, beijando forte, língua invasora, gosto de whisky e sal. ‘Quero te foder agora’, murmurou no meu ouvido, mão subindo pela saia. Eu gemi, abrindo as pernas. ‘Então fode’, desafiei, puxando-o para dentro. A porta bateu, luz fraca da cidade piscando pela janela.
Caímos na cama, lençóis ásperos de hotel roçando a pele. Tirei a roupa dele rápido, unhas arranhando o peito largo. Ele rasgou meu vestido, seios livres, mamilos duros como pedras. Chupou um, mordendo leve, enquanto dedos abriam minha cona já molhada. ‘Estás encharcada, puta’, rosnou, enfiando dois de uma vez. Eu arqueei, gemendo alto, cheiro de sexo misturado ao mofo do quarto. ‘Mais fundo, caralho’, pedi, guiando a mão dele.
A Foda Intensa e o Adeus com o Corpo Ainda Pulsando
Ele me virou de bruços, bunda pro alto, e meteu a cara entre minhas coxas. Língua rodando no cu, lambendo tudo, sugando o clitóris até eu tremer. ‘Gosto do teu mel’, disse, voz rouca. Eu gozei na boca dele, pernas bambas, suor escorrendo. Então ele se posicionou, caralho grosso latejando contra mim. ‘Vai devagar primeiro’, menti, mas empurrei contra ele. Entrou todo, rasgando, enchendo. Fodemos como animais: eu por cima, cavalgando forte, seios balançando, ele apertando minha bunda. ‘Mais rápido, fode-me como se fosse a última’, gritei. Ele me virou de novo, pernas nos ombros, metendo fundo, bolas batendo na pele suada. O ar condicionado gelava o suor, mas o corpo queimava. Gozei de novo, cona apertando ele, unhas nas costas dele. Ele veio logo depois, enchendo-me de porra quente, gemendo meu nome falso.
Ficamos ali, ofegantes, corpos colados, cheiro de sexo no ar. Ele fumou um cigarro na varanda, aviões rugindo ao fundo. ‘Foi incrível’, disse, beijando minha nuca. Eu sorri, sabendo que era só isso.
De manhã, check-out cedo. Troca de olhares no lobby, nenhum nome verdadeiro. Ele pro voo de Madrid, eu pro de Lisboa. No avião, sentada na janela, o corpo ainda doía gostoso: cona sensível, marcas nos seios. Sorri sozinha, lembrando o gosto salgado da pele dele, o pulsar urgente. Ninguém sabe, ninguém viu. Só eu, o prazer fresco na memória, pronta pro próximo desconhecido. Liberdade de passagem, caralho.