Estava de férias no Algarve, sol escaldante, corpo a pedir liberdade. Ouvi falar de uma praia nudista escondida nas dunas, perto de Faro. Caminhei uns 20 minutos na areia quente, pés a queimar, suor a escorrer pelas costas. Cheguei ao topo da duna… e vi o paraíso: uma enseada rodeada de pinheiros tortos, rochas na água, uns 30 nus espalhados. Homens sozinhos, casais, mas muitos olhares masculinos. O ar cheirava a sal e pinho, ondas ao fundo.
Tirei o vestido leve, sutiã, cueca. Pele arrepiada pelo sol direto nos seios, na cona depilada. Estendi a toalha perto da água, deitei de barriga para baixo. Senti olhares. Um homem, uns 50 anos, atlético, bronzeado sem marcas, veio descendo. Serviette ao ombro, pau meio mole balançando. Passou por mim, olhou rápido para as minhas nádegas redondas. Instalou-se a 10 metros, na linha perfeita para ver entre as minhas coxas abertas de leve. Olhei de lado: paus ao ar, mas o dele já endurecia.
A Escale Inesperada e o Olhar que Acendeu o Fogo
Virei-me de costas, pernas entreabertas. Ele fingia ler, mas os olhos fixos na minha cona. Senti um calor subir, mamilos duros. ‘Olá’, disse ele, voz grave, acento francês. ‘Primeira vez aqui?’ Sorri, ‘Sim, vim de Lisboa por escale curta nas férias. E tu?’ Denis, visitante regular. Conversa solta: o sol, a liberdade de estar nu onde ninguém conhece. O vento morno roçava a pele, sal no ar. Senti a cona humedecer. Ele virou de barriga, pau duro agora, apontado para mim.
‘Estás linda assim’, murmurou. Levantei-me um pouco, mostrei os seios cheios. ‘Gostas?’ Ele assentiu, mão no pau devagar. A tensão era palpável, urgência porque eu partia amanhã. Ninguém perto, só dunes com sombras suspeitas. Toquei-me de leve, dedo na fenda molhada. Ele gemeu baixo.
Ele aproximou-se, agachou aos meus pés. ‘Posso tocar?’ ‘Sim, mas rápido, o tempo urge.’ Mão dele nas minhas coxas, subiu, dedo na cona encharcada. ‘Estás tão molhada…’ Empurrei-o de costas na toalha dele, montei. Pau grosso, curvo, glande roxa. Esfreguei a cona na cabeça, sucos a pingar. ‘Fode-me agora.’ Desci devagar, cona a engolir o caralho todo, quente, cheio. Rebolava, seios a balançar, sol a queimar a pele suada.
O Prazer Cru e Sem Limites nas Dunas
Ele agarrou as nádegas, meteu fundo. ‘Que cona apertada, puta gostosa.’ Batia forte, bolas a bater no cu. Virei de quatro, areia nos joelhos, vento no cu aberto. Dedo dele no ânus enquanto fodia. ‘Vou gozar!’ ‘Enche-me de porra!’ Ele urrou, jorros quentes dentro, escorrendo pelas coxas. Gozei tremendo, cona a pulsar, grito abafado pelo mar.
Depois, banho gelado na água, sal a picar a pele sensível. Ele limpou-me com a boca, língua na cona cheia de porra. ‘Queres mais?’ Levei-o às dunes, chupei o pau sujo, gozo dele na boca, gosto salgado. Fodi de novo, cu agora, lubrificado pela porra.
Parti no dia seguinte, comboio para Lisboa. Corpo ainda dói do prazer, cona inchada, cheiro dele na memória. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorrio sozinha, mão na mala, revivendo o caralho duro, os gemidos, a liberdade de ser vadia num lugar de passagem. Volto? Claro.