Minha Escale Ardente em França com Duas Pintoras Safadas

Estava em viagem de negócios para França, em agosto, um contrato chato com fornecedores automóveis perto de Sully-sur-Loire. Prima distante, Florence, 45 anos, me hospedou na casa dela com piscina. Marido ausente, sempre sozinha. Ela pinta, tem contatos… Eu, portuguesa de 28, solteira e louca por aventuras rápidas. Chego às seis, cansada do voo de Lisboa via Paris, calor úmido grudando na pele.

Vejo Florence na terrasse com duas amigas. Frederica, alta loira de olhos azuis, tipo germânica, uns 50 anos, corpo firme. Fabienne, roliça mas sexy, peitos enormes, 55 talvez. ‘Boa noite, Filipa! Conhece minhas amigas pintoras: Frederica e Fabienne.’ Sorri para Frederica: ‘Prazer.’ Ela cora: ‘Eu também.’ Para Fabienne: ‘Florence fala tanto de ti. Dizes que pintas bem?’ Ela ri: ‘Pinto bem, mas não sou Renoir. Um pouco rechonchuda, mas homens gostam de carne.’ Florence corta: ‘Vamos beber rosé de Loire ali na piscina? Está quente.’

O Encontro Casual à Beira da Piscina

Primeira garrafa some rápido, sol poente, grilos chiando, cheiro de cloro e erva molhada. Florence levanta: ‘Vou à exposição de pinturas, fecho às dez, mas volto só meia-noite. Filipa, cuida delas. Saladas no frigorífico, façam buffet. Se forem corajosas…’ Sai, piscando.

Segunda garrafa, rosé gelado descendo gostoso. Fabienne provoca: ‘Homens preferem mulheres com resposta, não magricelas.’ Olha peitos dela saltando na blusa fina. Frederica suspira: ‘Meu marido me fode menos de uma vez por mês. Sou mal fodida, sempre com fome.’ Levanta nervosa. Fabienne põe mão na coxa dela, acima do joelho. Frederica paralisa, ruboriza. Mão sobe devagar… devagar… até as nádegas. ‘Philippe te achou linda, mas tu, Frederica, és uma deusa. Desejável, não? Filipa?’

Eu: ‘És… muito sexy.’ Frederica: ‘Tenho o dobro da idade dela!’ Fabienne: ‘Idade não para desejo. Olha como ela fica molhada só de ver.’ Toco taça, coração acelerado. Rosé bate forte.

Fabienne: ‘Vamos pro salão?’ Pega Frederica pelo ombro, mão roçando peito. Eu sigo com copos. Entrada da casa, ela: ‘Mostra teu quarto, Filipa.’ Subimos escada rangente, ar parado, suor escorrendo nas costas. Meu quarto arrumado, espelho grande no armário. Fabienne: ‘Tão organizada… Pena dormir sozinha. Precisas de feminilidade.’ Beija Frederica na boca, leve. Depois me empurra contra ela: ‘Beija-a, ela quer. Tu também.’

O Êxtase Selvagem no Quarto

Nossas bocas se colam, língua dela macia, experiente. Primeira vez com mulher de 50, delícia. Fabienne acaricia nádegas de Frederica. Despe ela devagar no espelho: pele clara, peitos pesados mas perfeitos. Eu torço nu, Fabienne beija meu peito, desce, abre calças. ‘Adoro tuas nádegas femininas, redondas.’ Frederica: ‘Quero morder.’ Fabienne sussurra: ‘Quero te comer o cu, Filipa. Ver-te aberta.’ Excitação explode.

Fabienne despe, barriguinha sexy, peitos em pera, bundas carnudas. Molha dedos na boca, entra devagar no meu cu. Um, dois… ‘Creme na casa de banho.’ Frederica busca, Fabienne lubrifica, três dedos, quatro, punho cônico… Entra! Vaivém rápido, eu aberta toda. Vejo no espelho, gozo jatos no ventre de Frederica, ela pasma com tanto leite.

Deito exausta, lençóis ásperos de hotelzinho caseiro, AC fraco zumbindo, motores de carros ao longe. Fabienne lava mãos, volta sorrindo: ‘Já apanhaste foda-placer, Frederica?’ ‘Não desde os 15.’ ‘Não castigo, prazer. Dá orgasmos múltiplos. Vou ensinar.’ Explica: carícias primeiro, depois palmadas leves em grupos de dez, massagens, elogios. ‘Nunca dói de verdade, só excita.’ Passo 2: palmadas mais fortes, mão esquerda na cona, lábios, espera clitóris. Fesses rosadas. Passo 3: forte, polegar na cona, dedo no clitóris. Ou variante: polegar no cu. Até 400 palmadas, mas 200 bastam.

Pratica em Frederica: nua no cama, almofada na cabeça. Carícias coxas, costas. Palmadas suaves, ‘Estás linda, tesão puro.’ Frederica geme. Massagens. Mais fortes, mão na cona molhada. ‘Sente meu clitóris inchado?’ Vermelha as bundas. Polegar fundo na cona, dedo no clitóris. Palmadas ritmadas no mesmo ponto. Frederica grita prazer, goza tremendo, Fabienne acaricia fesses quentes. Depois me monta, eu de costas, sente calor das bundas dela fodendo.

No dia seguinte, avião de volta, corpo doendo gostoso, cu latejante, memória fresca. Ninguém sabe, anonimato total. Liberdade de passageira… quero mais.

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