Estava em escala em Madrid, voo atrasado por horas. Cheguei ao hotel do aeroporto suada, a camisa colada na pele pela humidade pegajosa da noite. O lobby cheirava a café e ar condicionado gelado, motores de aviões rugindo ao fundo. Sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco. Ele apareceu: alto, olhos escuros, sotaque francês, fato amarrotado mas charmoso. ‘Bebida?’, perguntou, voz grave. Aceitei um gin tónico, fresco, bolhas na língua. Falámos de viagens, olhares demorados. Senti o calor subir, a cona a pulsar debaixo da saia. Ninguém nos conhecia, só estranhos de passagem. ‘Quarto 312’, sussurrei, entregando a chave extra que pedi. Ele sorriu, malicioso. Subimos no elevador, mãos roçando, respiração pesada. A urgência do voo amanhã tornava tudo elétrico.
Entrei no quarto primeiro, luz baixa, ar condicionado zumbindo, lençóis brancos de hotel esticados. Tirei o casaco devagar, deixando-o cair. Nua, só com as sandálias. Ele parou, olhos arregalados. ‘Veste-me’, disse, apontando a mala com lingerie preta, meias rendadas, porta-jarretelles. E a caixa especial. Ajoelhou-se, mãos trémulas no meu ventre macio, beijando a pele salgada de suor. Fixou o porta-jarretelles, dedos roçando os pelos curtos da cona. Enfiou a primeira meia, subindo lenta pela coxa fresca, fixando a liga. Eu tremia. A segunda meia, agora de frente: cona exposta, húmida, lábios inchados. Ele lambeu os lábios, mas continuou, mãos deslizando na pele.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
O sutiã veio depois, copas transparentes, mamilos duros apontando. Ele apertou as alças, peito colado ao meu. Abri a caixa: as correntes para mamilos, pinças com pesos. ‘Põe’, ordenei, voz rouca. Ele pinçou o primeiro, eu gemi alto, dor misturada com fogo. Lambeu o outro, molhado, prendeu. Correntes balançando entre os seios, pesos puxando. Tirei as pernas, mostrei a cona aberta. O Y de pinças: uma em cada lábio, esticando-me, pesos pendurados. Gemi quando apertou, fenda exposta, sumo escorrendo. Virei-me, curvei as costas. ‘O cu também.’ Ele lambeu o buraco apertado, língua quente, lubrificando. Empurrou as três bolas anal: pequena, média, grossa como um punho. Arquejei, cu engolindo tudo, elástico e faminto.
A Noite de Sexo Cru e Intenso no Quarto
Não aguentei. Puxei-o para a cama, rasguei a camisa dele. Caralho duro, grosso, veias pulsando. Ele puxou as correntes dos mamilos, dor lancinante, eu gozei só nisso, cona contraindo. Chupei-o, bolas na boca, saliva escorrendo. Ele lambeu a cona, dentes nas pinças, eu gritei ‘fode-me!’. Montou-me, caralho abrindo a cona ensopada, sentindo as bolas no cu através da parede fina. Bombeava forte, pesos balançando, mamilos ardendo. Virei de quatro, ele no cu agora, bolas saindo devagar, uma por uma, enquanto fodia a cona. Gozei tantas vezes, sumo no lençol, grito abafado pelo travesseiro. Ele jorrou na minha cara, quente, salgado, eu lambi tudo. Mordi as coxas dele, unhas nas costas, selvagens a noite toda.
De manhã, aviões rugindo outra vez. Levantei-me, corpo dorido, marcas vermelhas nos mamilos e cona inchada. Ele dormia, anónimo. Vestime rápido, beijei a testa dele. ‘Obrigada pela noite.’ Saí sem olhar para trás, check-in no aeroporto, corpo ainda a tremer de prazer. Ninguém sabe, mas sinto-o ainda: o sal na pele, o cheiro de sexo no ar condicionado, a liberdade de quem passa e some. Volto ao meu mundo, mas esta escala fica na memória, quente e secreta.