A Minha Escale Quente em Étretat: Sexo Selvagem com um Estranho

Estava de viagem de negócios para Paris, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escale forçada em Le Havre. Apanhei um táxi até Étretat, check-in num hotelzinho antigo mesmo ao lado da praia. O lobby era pequeno, cheirava a maresia misturada com madeira envernizada. Eu, exausta da correria em Lisboa, mas com aquela liberdade boa de estar longe, onde ninguém me conhece. Vestia uma saia justa e blusa decotada, o calor úmido da noite normanda colava na pele.

No bar do lobby, vi-o. Alto, loiro, olhos cinzentos como o céu de chuva da Normandia. Estava sozinho, copo de vinho na mão. Sorriu quando me sentei ao balcão. ‘Portuguesa, hein? O sotaque entrega.’ Rimos. Chamava-se Jean, local, trabalhava em barcos de pesca. Ofereceu-me um copo de vinho branco gelado. Falámos do voo cancelado, da minha urgência em partir amanhã. Ele: ‘Aproveita a noite. Ninguém te julga aqui.’ O olhar dele descia pelo meu decote, e eu sentia o calor subir. ‘Vamos à praia ver o pôr do sol?’, propôs. Aceitei. A excitação do desconhecido já me punha molhada.

O Encontro no Lobby e a Tensão na Praia

Caminhámos pela areia húmida, o sal no ar, ondas ao longe como motores de navios. O sol afundava nas falésias, tingindo tudo de laranja. As nossas mãos roçaram. Parei, virei-me. Ele puxou-me para si, beijo salgado, língua urgente. ‘Quero-te agora’, murmurou. Mas voltei ao hotel primeiro. Ele seguiu-me. No elevador, mão dele na minha coxa, subindo. ‘Estás tão quente…’

No quarto, a clim zumbia baixa, ar gelado nos peitos. Fechei a porta, ele atirou-me na cama. Lençóis de hotel ásperos, mas frescos. Tirei a blusa, sutiã saltou. Ele chupava os meus mamilos duros, mordendo suave. ‘Que tetas perfeitas, caralho.’ Desabotoei-lhe a camisa, pele salgada do mar. Calções dele cairam, o caralho dele erguido, grosso, veias pulsando. Segurei, chupei a cabeça, salgado e quente na boca. Ele gemia: ‘Assim, engole mais, safada.’

A Foda Desenfreada no Quarto do Hotel

Deitei-me de costas, pernas abertas. Ele lambeu a minha cona molhada, língua no clitóris, dedos dentro, fodendo devagar. ‘Estás encharcada, putinha de passagem.’ Gemi alto, o quarto ecoava. ‘Fode-me já!’ Ele subiu, caralho na entrada, empurrou forte. Preenchi-me toda, latejava. Movimentos rápidos, urgente, como se o avião partisse já. Peitos balançavam, unhas nas costas dele. ‘Mais forte, fode esta cona portuguesa!’ Batia com força, bolas no cu, suor misturado. Virei de quatro, ele agarrou os cabelos, meteu fundo. ‘Vou gozar dentro!’ ‘Sim, enche-me!’ Gritou, jorrou quente, escorrendo pelas coxas. Eu vim logo depois, tremendo, cona apertando.

Ficámos ofegantes, clim gelada na pele suada. Ele beijou-me: ‘Melhor foda em anos.’ Dormimos pouco, mais uma rapidinha de manhã, de pé contra a janela, vendo o mar.

Apanhei o táxi para o aeroporto, corpo ainda doía do prazer. Ele acenou do lobby. Ninguém sabe o nome completo, nem fotos. Só o gosto do sal dele na boca, o cheiro de sexo nos lençóis. Naquele avião, sorri sozinha. A liberdade de passagem: foda intensa, zero amarras. Volto a Lisboa com a memória a pulsar, pronta para a próxima escala.

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