Estava a caminho do México por negócios, vinda de Lisboa. Greve na companhia, escala imprevista no aeroporto de Madrid. Já era noite, calor húmido lá fora, o ar cheirava a asfalto quente e combustível. Check-in no hotel ao lado do terminal, lobby barzinho iluminado por luzes frias. Sentei-me ao balcão com um gin tónico, a farta de esperar o voo das 6h.
Dois tipos ao lado, portugueses em trânsito também. O mais novo, alto, moreno, uns 40 anos, olhos claros penetrantes, rosto marcado pelo sol, contava ao colega mais velho – trapo, calvo, barrigudo – uma história que me arrepiou. Falava alto, excitado: ‘Essa burguesa casada, que eu deparei há um mês. Deixei-a louca de pau. Toda terça às 14h, ritual. Pequena, morena, tetas firmes, affamada, insaciável, tarada.’ Descrevia como a apanhara num conserto elétrico, marido ausente, e agora fodia-a sem dó. ‘Adoram ser tratadas como putas, brutas.’ O outro ria, ‘Mostra fotos, pá.’
A Escale Imprevista e o Encontro no Lobby
Senti um formigueiro na cona. Eu, casada há 15 anos, mãe dedicada, mas longe de casa, livre. Ninguém me conhece aqui. Olhei-o nos olhos, sorri. Ele calou-se, piscou. ‘Conta mais’, disse eu, voz rouca. ‘Gostas dessas histórias?’ Hesitou, mas vi o volume nas calças. Ofereci outra bebida. Falámos baixo, mãos roçando. ‘Quarto 312’, murmurou ele, ‘subo em 10.’ Coração aos pulos, subo as escadas, ar condicionado gelado na pele suada.
Bati à porta, ele abriu de toalha, corpo musculado, cheiro a sabonete. Puxou-me para dentro, porta bateu. ‘Sabes quem eu sou?’, ri ele, mão na minha nuca. ‘A tua próxima burguesa affamada’, respondi, beijando-o com fome. Rasgou a minha blusa, tetas saltam, mamilos duros. ‘Puta tarada’, disse, apertando-as forte. Gemi, ‘Sim, fode-me como à outra.’
Atirou-me na cama, lençóis ásperos de hotel, som distante de motores. Relevou a saia, cueca encharcada. ‘Já estás molhada, caralho.’ Enfiou dois dedos na cona, fundo, mexendo. ‘Hummm, que cona gulosa.’ Lambeu-os, ‘Sabor a puta excitada.’ Pus-me de quatro, rabo alto, salto agulha fincados no colchão. Ele malaxou as nádegas, cuspiu no cu. ‘Queres dedo no cu, hein?’ Enfiou um, devagar, eu tremia. ‘Gostas, vadia?’ ‘Sim, mais!’ Dois dedos agora, alternando cona e cu, lambendo o ânus, eu uivava, corpo moite de suor salgado.
A Foda Selvagem na Quarto de Hotel
‘Tira a pilinha’, ordenei. Ele obedeceu, caralho grosso, veias saltadas. Engoli-o todo, bolas na boca, chupando voraz. ‘Boa chupadora de picha, continua!’ Gemendo, ele fodia-me a boca. Virou-me, enfiou na cona devagar. ‘Aaaah!’, gritei, preenchida. Ritmo lento, depois brutal, cama rangia. ‘Vou gozar!’, ele acelerou, eu convulsionava, cona apertando.
Não parou. ‘Agora o cu, puta.’ Cuspiu mais, entrou no ânus aos poucos. Dor boa, prazer imenso. ‘Diz que adoras ser enculada!’ ‘Adoro ser enculada, fode o meu cu, cabrão!’ Labourava forte, palmadas nas nádegas vermelhas. Gozei de novo, gritos abafados pela almofada. Ele urrou, encheu-me o cu de porra quente. Caímos exaustos, suor misturado, gosto salgado na pele.
Vestiu-se rápido. ‘Foi bom, mas amanhã voo cedo. Liga se quiseres mais.’ Saiu, porta fechou suave. Fiquei ali, corpo dolorido, cona e cu latejantes, cheiro a sexo no ar. Duche rápida, voo em breve. No avião, sentada, sorriso secreto. Ninguém sabe, anonimato total. Lembrei cada estocada, umidade ainda entre pernas. Liberdade de passagem, prazer que arde. Quero mais escalas assim.