A Minha Escala Ardente em Paris: Fodida por um Desconhecido no Hotel

Eu estava de volta de uma reunião em Lisboa, apanhando o TGV para Paris por negócios. O comboio atrasou-se, e ali, no carro-restaurante, cruzei olhares com ele. Alto, elegante, fato impecável. Sorriu, ofereceu um café. Falámos de viagens, de solidão em escalas. Senti o arrepio. ‘Está num hotel perto da gare?’, perguntou. ‘Sim, o próximo ao Lyon’, respondi, coração acelerado. Desci do comboio com as pernas trémulas, saia justa, saltos altos pretos, collants finos. Ele seguiu-me. No lobby, o ar condicionado gelado contra a minha pele quente. ‘Temos tempo antes dos voos’, disse. Subimos. Urgência no elevador, mãos roçando.

Na quarto, luz suave, cama king size, mesa grande no centro. Ele estendeu uma manta macia na mesa. ‘Deite-se de quatro, por favor’, pediu, voz formal, excitante. Mantive a saia subida, cuecas de renda nos joelhos – ele quis assim, impudico. Mãos no tampo frio, seios balançando livres. ‘Não apoie nos antebraços, fique como loba.’ Obedeci. O collant dele nos meus olhos, venda improvisada. Escuridão total, cheiro a pele masculina. Passos ao redor, respiração dele no meu pescoço. Mão roçando pernas bronzeadas, calor úmido entre coxas. ‘Abra mais as pernas, sff.’ Cuecas limitavam, mas o dedo dele encontrou a minha cona molhada. Gemi baixo. ‘Já está pronta, Madame.’ Ele à frente, pila dura ao nível da boca. ‘Faça o que tem a fazer.’ Chupei devagar, língua no glande salgado, ele gemendo. Dedos dele na minha boceta, index entrando fundo, molhado. Provou-me: ‘Sabe a desejo, épico.’ Sentou-se atrás, língua no clitóris, nariz no cu rosado. Lambeu voraz, coxas apertando a cabeça dele. Gritei, corpo tremendo.

A Rencontre no TGV e a Tensão no Lobby

Tirou cuecas, cheirou-as, pendurou na pila. Mudou-me: antebraços na mesa, rabo alto. Boca dele na cona, sugando sumos. Beijou-me depois, partilhando o meu gosto. ‘Prova-te.’ Hesitei, mas chupei o dedo dele. Olhos desvendados, cara dele perto: ‘Queres-me?’ ‘Sim, fode-me!’ ‘Diz cru.’ ‘Penetra-me, porra!’ Deitei-me de costas, pernas nos ombros dele, saltos roçando orelhas. Pila grossa entrou fácil, luba total. Bombeou devagar, fundo, olhos nos olhos. ‘Culbuta-me! Lime-me!’ Acelerei, seios saltando, axilas expostas. Gozei primeiro, cona apertando. Ele saiu, ajoelhei, chupei pila melíflua. Limpei tudo, engoli. Descanso na cama, suor frio nos lençóis.

Duche dele, voltou de fato. Venda outra vez. Peninei na mesa, pernas abertas. Pila atrás, mamilos torcidos. ‘Adeus assim.’ Fodeu ritmado, falando: ‘Mail no papel. Mais posições, cu virgem teu.’ Gozei gritando, ele dentro, quente. Saiu, porta fechou. Cinco minutos vendada, encontrei o papel. Vesti-me trémula, corpo doendo gostoso, cheiro dele na pele. No táxi para o aeroporto, cona latejante, memória fresca: sal da pele, zumbido distante dos comboios, ar moite da noite parisiense. Anónimo, livre. Volto a escrever-lhe?

Leave a Comment