A Minha Escale Torride em Madrid com uma Desconhecida Madura

Estava em viagem de negócios de Lisboa para Barcelona. O voo atrasou horas por causa de uma tempestade. Fiquei presa no aeroporto de Madrid, com o meu amor, o João. Reservámos quarto no hotel mesmo ali ao lado, daqueles frios com ar condicionado a zumbir e cheiro a limpeza química. No lobby, enquanto esperávamos o check-in, sentámo-nos no bar. A calor moite da noite entrava pelas portas de vidro, misturada com o rugido distante dos motores.

Ela apareceu do nada. Uma espanhola madura, uns 50 anos, curvas generosas, cabelo loiro desgrenhado, vestido justo que marcava os seios fartos. Chamava-se Sofia. Sozinha, copo de vinho na mão, olhos tristes. Começámos a falar. Contou que o marido a largara ali, voo cancelado, ele foi embora sem ela. Frustrada, sem sexo há meses, corpo a pedir. ‘Os filhos cresceram, ele só anda no porno online’, disse, voz rouca. Senti a excitação subir. O João piscou-me o olho. A tensão crescia. Olhares quentes, toques casuais nas mãos. ‘Queres vir connosco? A porta fica aberta’, sussurrei. Ela hesitou, mordeu o lábio. ‘Nunca vi um casal de verdade. Quero.’

A Escale Imprevisível e a Tensão no Lobby

Subimos. Quarto escuro, cortinas corridas, lençóis ásperos do hotel. Liguei a luz fraca. Eu tava molhada desde o lobby, os mamilos duros sob a blusa fina. Tirei-a rápido, mostrei os peitos ao João e a ela. Ele agarrou-me, chupou os bicos como faminto. Sofia sentou-se na cadeira, mão já na saia, tocando-se por cima das cuecas de renda. ‘Olha para ela, João. Faz-me ferver.’ Desabotoei-lhe os calções, a pila dura saltou. Chupei os colhões, lamber a veia grossa. Sofia juntou-se, línguas a cruzar no caralho dele. ‘Delícia’, gemeu ela, engolindo o glande.

Eu queria mais. Deitei-me, abri as pernas. João lambeu a minha cona ensopada, dedos dentro, clitóris inchado. Sofia despiu-se, soutien a cair, peitos enormes balançando. Pubis loiro, molhado. ‘Toca-me’, pediu. Beijei as coxas dela, grandes lábios carnudos, puxei-as devagar. Dedos na boceta aberta, profunda. Ela gemia, ‘Ai, sim, aí atrás’. Enfiei dois dedos no cu, lubrificado pela baba dela. João fodia-a agora, pernas nos ombros, pila a entrar na toufa loira. ‘Que cona quentinha’, grunhiu. Eu ao lado, ele dedava-me enquanto a penetrava forte.

O Sexo Selvagem na Quarto do Hotel

Ela gozou gritando, corpo a tremer. Eu montei o João de costas, cona a engolir o caralho, fricção nas paredes. Sofia tocou o clitóris, dedo no meu cu. ‘Vai, fode mais’. Acelerei, orgasmo a rebentar, pernas moles. Ela quis a quatro, rabo empinado, boceta a pingar. João perguntou: ‘Gostas de cu?’ ‘Nunca… mas tenta.’ Lubrificou, dedo primeiro, depois dois. Ela relaxou no travesseiro, cu a abrir. Ele fodeu o meu primeiro, gozando dentro, quente e grosso. Sofia lambeu-me a cona depois, língua no clitóris, sucção perfeita. Gozei na boca dela, espasmos loucos.

No duche final, sabonámo-nos. Peitos dela moussy nos meus, pila dele outra vez dura. Ele gozou nas mãos dela enquanto nos dedava. Jet no chuveiro no cu dela, orgasmo final. Ela saiu a correr, irmã a buscar. Nós apanhámos o voo. No avião, corpo ainda a formigar, cheiro dela na pele, salgado e doce. Anónimo, urgente, perfeito. Quero mais escales assim.

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