Escala Imprevista: A Noite Proibida no Hotel

Estava de escala em Lisboa, voo atrasado por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotel exausta, mas o calor húmido da noite portuguesa acordou-me a pele. O lobby cheirava a jasmim e maresia, o ar condicionado gelado arrepiava as pernas. Desci ao bar por um último copo antes de dormir. Lá estava ele, estrangeiro alto, olhos escuros, sentado ao balcão. Os nossos olhares cruzaram-se. Eu… sorri, mutina, curvei-me no banco alto, sentindo a saia subir um pouco nas coxas.

Ele aproximou-se, hesitante. ‘Posso juntar-me?’, murmurou com sotaque espanhol. Acenei que sim, coração a bater forte. Sem nomes, só olhares. ‘Chiuut… esta noite, nomes não importam’, disse eu, index no lábio dele. Ele sentou-se perto, perna roçando a minha. O copo vazio, pedi outro. A mão dele deslizou no meu braço, unhas leves na pele salgada do dia. Mordi o lábio, o pé nu sob a saia tocou o joelho dele. ‘Se queres brincar, deixa-me mandar’, sussurrei. Ele assentiu, olhos famintos.

O Olhar no Bar e a Tensão que Cresce

Levantámo-nos, urgência no ar. Ascensor, corpos colados. Mordi-lhe a nuca, mão dele no decote, apertando os seios. ‘Foda-se, estás molhada’, gemeu. Portas abriram, corremos pelo corredor, beijos vorazes, mão dele na minha cueca, dedo dentro. Chegámos à quarto, luz forte acordou-nos. ‘Varanda, fuma um cigarro’, disse ele, voz rouca. Eu obedeci, saia subida, sentada na mesa. Ele acendeu o cigarro, mãos nos joelhos, subindo devagar. ‘Quero-te nua.’ Tirei a roupa, só meias e ligas. Ele beliscou mamilos, dor deliciosa. ‘Abre as pernas.’ Pus pés nos braços da cadeira, cona exposta, molhada.

‘Quero-te’, susurrei. ‘Diz melhor.’ ‘Fode-me.’ Ele ajoelhou, língua na cona, chupando o clitóris, dedos abrindo-me. Gritei, ‘Enfia a língua, caralho!’ Ele lambeu, sorveu os sumos, eu tremia. Levantou-se, pau fora, grosso, veiudo. Empurrou-me na mesa, entrou de rompante. ‘Que cona apertada!’ Bombava forte, pausadas profundas, bolas batendo no cu. Virei-me, cambrada, ‘Bate-me!’ Fessas ardiam com palmadas, vermelhas, mas molhava mais. Dedos no cu, dois, abrindo. ‘Quero esse cu.’ ‘Ainda não, fode a cona primeiro!’ Gozei gritando, ele puxou cabelo, acelerou, jorrou dentro, quente, grosso.

O Sexo Selvagem na Quarto e o Adeus

No quarto, chupou-me o cu, plugue lubrificado entrado devagar. ‘Relaxa, puta.’ Chupei o pau dele, limpando o gozo, bolas na boca. Ele gemeu, ‘Engole tudo.’ Deitei-me, ele montou, pau no cu agora, devagar, depois feroz. Dor misturada prazer, ‘Arromba-me o cu!’ Gozámos juntos, suor salgado, cheiro de sexo no ar, motores de aviões ao fundo.

De manhã, ele partiu primeiro, beijo sem palavras. Eu no táxi para o aeroporto, cona e cu latejantes, pele marcada, lençóis ásperos ainda na memória. Anónimos, livres. O prazer pulsa, urgência do adeus torna tudo mais vivo. Volto à rotina, mas esta escala… fica na pele, molhada.

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