Estava de volta de um viagem de negócios em Espanha, escala imprevista no aeroporto de Lisboa por causa de uma tempestade. O calor moite da noite de verão colava na pele, misturado com o suor do dia longo. Entrei no lobby do hotel ali perto, ar condicionado a gelar tudo, mas o meu corpo ainda ardia. Ele estava lá, um tipo alto, moreno, estrangeiro, talvez italiano, olhos famintos fixos em mim enquanto bebia um copo no bar. Sorri, cruzei as pernas devagar, sentindo o vestido subir um bocadinho. Ninguém nos conhecia, só nós dois, de passagem.
‘Olá, escala chata, hein?’, disse ele, aproximando-se com sotaque sexy. ‘Pois, mas agora melhorou’, respondi, mordendo o lábio. Falámos de viagens, de solidão em hotéis, mãos a roçar acidentalmente. O coração batia forte, o ronco distante dos aviões lembrava que o tempo era curto. ‘Quarto 305, sobe?’, murmurou ele, mão na minha coxa. Hesitei um segundo, o cheiro do seu perfume misturado com o meu desejo. ‘Vamos’, disse, levantando-me, pernas trémulas.
A Rencontre no Lobby e a Tensão Crescente
Subimos no elevador, silêncio elétrico, respiração pesada. A porta mal fechou e as bocas colaram-se, línguas urgentes, mãos por todo o lado. ‘Quero-te agora’, gemeu ele, empurrando-me contra a parede. O quarto cheirava a limpo de hotel, lençóis frescos, ar condicionado a zumbir. Tirei o vestido, ficando só de rendas pretas, ele despiu-se rápido, caralho já duro, grosso, veias saltadas. Beijei-o, desci a mão, apertei aquela verga quente. ‘Chupa-me’, ordenou, voz rouca.
Ajoelhei-me no tapete áspero, boca aberta, engoli o glande salgado de pré-gozo, língua a rodar em volta. Ele gemia, mãos no meu cabelo, fodia-me a boca devagar, depois mais fundo, até à garganta. ‘Assim, puta boa’, rosnou. Levantei-me, empurrei-o para a cama, montei em cima, cona molhada roçando na sua coxa. ‘Fode-me o cu’, pedi, voz trémula de excitação, virando-me de costas. Ele cuspiu na mão, lubrificou o meu buraco apertado, dedo primeiro, depois dois, abrindo-me. O calor moite da noite entrava pela janela entreaberta, misturado com o selo da pele suada.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel
Empurrou o caralho devagar, centímetro a centímetro, ardia mas era bom, preenchia-me toda. ‘Tão apertada, caralho’, grunhiu, agarrando as minhas ancas. Começou lento, depois acelerou, pancadas fortes, bolas a bater no meu clitóris. Gemia alto, ‘Mais forte, fode o meu cu como se fosse a última vez!’. O barulho dos motores ao longe acelerava tudo, urgência do voo que partia em horas. Virei-me, ele lambeu a minha cona, língua no clitóris inchado, dedos no cu ainda aberto. Gozei primeiro, corpo a tremer, sumo a escorrer, grito abafado na almofada.
Ele virou-me de novo, meteu na cona agora, molhada e escorregadia, fodia sem piedade, peitos a balançar, mamilos duros roçando os lençóis frios. ‘Vou gozar dentro’, avisou. ‘Sim, enche-me!’, supliquei. Acelerou, grunhidos animais, e veio, jatos quentes a encher-me, escorrendo pelas coxas. Caímos exaustos, suor salgado na pele, corações a martelar.
Agora, no avião, de volta a casa, o corpo ainda dói de prazer, cu latejante, cheiro dele na pele apesar do duche rápido. Ninguém sabe, anonimato perfeito, só eu guardo este segredo torride. Sorrio sozinha, mão entre as pernas discretamente, revivendo cada empurrão. Liberdade de passagem, melhor que qualquer destino.