Escala Quente em Madrid: Fodi um Estranho no Hotel do Aeroporto

Estava de volta de um congresso em Lisboa, mas o voo atrasou. Escale imprevista em Madrid, noite quente e moite. Check-in no hotel do aeroporto, lobby iluminado baixo, cheiro de café e perfume misturado. Ar condicionado gelado na pele suada. Sentei no bar, copo de vinho na mão, pernas cruzadas, saia curta colando nas coxas.

Ele apareceu. Alto, bronzeado, músculos definidos sob camisa branca justa. Estrangeiro, talvez brasileiro pelo sotaque. Olhos escuros fixos nos meus. ‘Boa noite, portuguesa?’, sorriu. Senti um arrepio. Conversa solta, viagens, solidão em escalas. Mão dele roçando a minha no balcão. Coração acelerado, buceta já úmida. ‘Queres subir?’, murmurou. Hesitei… sim, porra, sim. Liberdade total, ninguém me conhece aqui.

A Tensão no Lobby do Hotel

Elevador lotado de olhares, mas só víamos um ao outro. Porta da quarto dele, número 247. Clique da fechadura, luz fraca, som distante de aviões. Ele me puxou, beijo faminto, língua invadindo, gosto de sal e vinho. Mãos dele na minha bunda, apertando forte. ‘Estás molhada?’, sussurrou. Ri nervosa, ‘Vem ver’. Tentei a camisa dele fora, abdómen duro, cheiro de suor fresco.

Joguei-o na cama, lençóis ásperos de hotel. Desabotoei a blusa devagar, sutiã rendado caindo. Ele gemeu, ‘Que tetas perfeitas’. Chupei o peito dele, mordi mamilos, desci à calça. Caralho dele saltou, grosso, veias pulsando. ‘Chupa-me’, ordenou. Engoli até à garganta, baba escorrendo, ele gemia alto, mãos no cabelo puxando. ‘Porra, que boca gulosa’.

O Sexo Selvagem e Sem Limites

Levantei, saia no chão, calcinha encharcada. Ele rasgou-a, dedos na cona, dois de uma vez, fodendo rápido. ‘Estás a pingar, vadia’. Gemi, pernas tremendo. Virei de costas, culos ao ar, ele lambeu o cu, língua quente circulando, dedo entrando. ‘Quero foder-te agora’. Preservativo no caralho, empurrou na cona de uma cajadada. Dor e prazer misturados, cheia dele. Batia forte, bolas batendo na pele, suor pingando.

Mudei de posição, montei-o, cavalgando selvagem. Tetos balançando, unhas nas costas dele. ‘Mais fundo, fode-me o útero’. Ele virou-me de quatro, dedão no cu enquanto metia. Orgasmos veio em ondas, cona apertando o pau dele, gritei abafado no travesseiro. Ele acelerou, ‘Vou gozar’, puxou fora, jato quente na bunda, escorrendo pelas coxas. Gosto de porra no ar, misturado ao cheiro de sexo.

Ficamos ofegantes, clim zumbindo, noite moite lá fora. Limpamos rápido, ele lambeu a cona ainda sensível, beijo final. ‘Voo às 5h’, disse. Desci ao lobby, pernas moles, selo na pele, memória fresca. No avião, janela escura, toquei-me discretamente, revivendo cada estocada. Anonymato perfeito, só nós sabemos. Ainda sinto o caralho dele dentro de mim, vontade de mais escalas assim.

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