Estava a caminho de Nova Iorque por negócios, saída de Lisboa. Mas uma tempestade fodeu tudo. Escala imprevista em Paris, hotel no aeroporto Charles de Gaulle. Cheguei exausta, suor colando a blusa na pele, o ar condicionado gelado do lobby arrepiando os mamilos. O barulho distante dos motores vibrava no peito. Pedi um gin tónico, olhos varrendo o sítio. Ninguém me conhecia aqui. Liberdade total, sabe? Aquele formigueiro na cona só de pensar em foder um estranho.
Vi-a primeiro: Allison, ruiva francesa, curvas generosas, peito a rebentar a camisola. Sentou-se ao lado, cheiro a perfume misturado com cigarro. ‘Ei, portuguesa? Pareces precisas de companhia’, disse com sotaque rouco, mão roçando o meu joelho ‘por acaso’. Ri, pernas abrindo um pouco. Contou que era de Marselha, ‘rapariga do povo’, odiava meninas ricas como eu pareço. Mas os olhos dela comiam-me. Atrás, duas amigas: Jenny, loira atlética com trança longa, olhos cinzentos devorando um livro de Kama Sutra; Cheng, chinesa minúscula, rabo perfeito, boca carnuda feita para mamar.
O Encontro no Lobby do Hotel Aeroporto
Bebemos mais. Allison friccionava a perna na minha por baixo da mesa. ‘Vens pro nosso quarto? Amanhã voamos cedo, mas a noite é nossa.’ Coração acelerado, cona já molhada. ‘Sim, porra, vamos.’ Subimos, elevador apertado, mãos dela na minha bunda. ‘Estás pronta pro que eu te fiz da outra vez? Não, espera, és nova aqui.’ Ri nervosa, mas queria tudo.
No quarto, luz baixa, ar úmido da noite parisiense infiltrando pela janela. Allison trancou a porta. ‘Despe-te, safada.’ Obedeci, tremendo. Pele arrepiada pelo frio da clim, suor salgado no decote. Ela avançou, peito esmagando o meu, boca na minha, língua invadindo, gosto a gim e desejo. ‘Quero-te a gemer.’ Jenny e Cheng assistiam, nuas já, Jenny com mamilos duros, Cheng masturbando-se devagar.
Allison atirou-me pra cama, lençóis ásperos de hotel roçando as costas. Mãos dela nos meus seios, apertando forte, dentes no mamilo. ‘Olha esta cona molhada.’ Dedos grossos separaram os lábios, mergulhando na minha buceta encharcada. Gemi alto, ‘Fode-me mais!’ Jenny ajoelhou, língua na minha coxa, subindo lenta, lambendo o sal da pele. Cheng na outra perna, mordiscando, unhas cravando. Allison enfiou dois dedos, bombeando rápido, polegar no clitóris inchado. ‘Estás a pingar, puta.’ O quarto cheirava a sexo, motores ao fundo como banda sonora.
O Prazer Proibido na Quarto e a Despedida Ardente
Virei de quatro, Allison atrás, língua no cu, chupando voraz. Jenny debaixo, boca na cona, sugando o clitóris como se fosse vida dela. Cheng nos mamilos, puxando, torcendo. ‘Mais, caralho!’ Gritei, corpo convulsionando. Allison meteu três dedos na cona, fodendo brutal, enquanto Jenny lambia o cu dela. O prazer subia, úmido, quente, moite. Gozei primeiro, esguichando na cara de Jenny, pernas tremendo, mordendo o lençol pra não acordar o hotel. Elas não pararam. Cheng sentou na minha cara, cona asiática apertada, melado no nariz. Lambi faminta, língua fundo, ela rebolava gemendo baixo.
Allison fodeu-me com os dedos até eu gozar de novo, grito abafado na cona de Cheng. Jenny meteu a mão na minha, quatro dedos esticando, enquanto chupava os mamilos. Corpo em fogo, suor pingando, pele colada. Gozámos juntas, ondas intermináveis, cheiro de cona por todo o lado.
De manhã, despiquei-me cedo. Elas dormiam nuas, lençóis amarrotados. Beijei Allison rápida. ‘Obrigada pela noite.’ No avião, cona ainda latejando, memória fresca: o gosto delas na boca, o frio da clim, o urgente ‘amanhã partimos’. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha, mão na mala, pronta pro próximo voo. Aquela escala mudou tudo. Quero mais.