Estava em escala imprevista no aeroporto de Frankfurt, depois de um voo de Lisboa para uma conferência em Berlim. O avião atrasou, e acabei no hotel transitório ali ao lado. Noite quente, moite, com o ronco distante dos motores a vibrar no ar. Entrei no lobby, ar condicionado gelado a arrepiar a pele suada. Vestia um vestido leve, colado ao corpo pelo suor do dia. Livre, anónima, longe de tudo. Ninguém me conhecia aqui.
Fui à lojinha do hotel comprar algo para beber. Lá estava ele: um rapaz novo, uns 20 anos, magro, olhos nervosos. Mexia nas revistas de informática, mas o olhar traía-o – fixava o canto das revistas pornô, ali ao lado. Hesitava, coração a bater forte, visível no pescoço. Eu sorri. Adoro isso. A urgência dos estranhos em passagem. Aproximei-me devagar, fingindo escolher um chocolate.
A Escala Imprevista e o Encontro Tenso
— Precisas de ajuda? – perguntei baixo, voz rouca de cansaço e excitação. Ele gelou, corou até às orelhas. — Eu… não, obrigado – gaguejou, em inglês com sotaque alemão. Mas eu via o saco aberto, a mão tremendo perto das revistas duras. Deixei-o fazer. Ele enfiou duas no saco, rápido, suado. Olhou à volta, ninguém. Sorri de novo. Segui-o quando saiu.
No corredor vazio, parei-o. — Ei, espera. Acho que esqueceste de pagar isso. – Mostrei as capas a espreitar do saco. Ele empalideceu, olhos de pânico. — Por favor, não chames a polícia! É a primeira vez… – implorou, voz trémula. O coração batia-lhe no peito como um tambor. Toquei-lhe o braço, pele quente, salgada. — Calma, miúdo. Não quero polícia. Mas tens de aprender a resistir à tentação. Ou eu ajudo-te.
Ele piscou, confuso. Puxei-o para a traseira da loja, porta semi-fechada, cheiro a papel e perfume barato. Fechei a porta. — Deixa-me ver o que roubaste – disse, abrindo o saco. Revistas moles, fotos de tetas e caralhos. Ele tremia. — Desculpa… – Eu ri baixo. — Achas que revistas bastam? Precisas de prática real. – Plantei a mão dele na minha anca, depois no peito. Ele ofegou.
A tensão explodiu. Desabotoei o vestido, deixando-o cair. Sutiã de renda, cuecas húmidas. Ele engoliu em seco. Tirei-lhe a camisola, calças. O caralho dele saltou, duro como pedra, veias pulsantes. — Bom rapaz – murmurei, ajoelhando. Chupei a cabeça, salgada de pré-gozo, língua a rodar. Ele gemeu, mãos nos meus cabelos. — Oh fuck… – Puxei-o para o chão, tapetes ásperos sob os joelhos.
A Trepada Intensa e o Adeus Anónimo
Empurrei-o de costas, montei. A cona molhada engoliu-o todo, quente, apertada. — Fode-me! – ordenei, cavalgando forte. Ele metia para cima, desajeitado mas faminto. Peitos a balançar, suor a pingar no peito dele. O ar condicionado zumbia, misturado com os nossos gemidos. Mordi o mamilo dele, unhas nas costas. — Mais forte, caralho! – Ele acelerou, caralho a bater fundo, bolas a chapinhar na minha pele.
Virei-me, de quatro, rabo ao alto. Ele entrou por trás, mãos gordurosas nas minhas nádegas. Fodia como um animal, grunhindo. Senti o gozo subir, cona a contrair. — Vou gozar! – berrei, corpo a tremer. Ele não parou, metia selvagem. Puxei os testículos, massagei. — Goza dentro! – Ele explodiu, jatos quentes a encher-me, escorrendo pelas coxas.
Ficámos ofegantes, suados, cheiro a sexo no ar. Limpei-me com a saia dele, ri. — Agora não precisas de revistas. – Ele sorriu, exausto. — Obrigado… como te chamas? – — Não importa. Vai-te embora antes que feche. – Saí primeiro, pernas bambas, cona latejante.
No dia seguinte, avião a descolar. O ronco dos motores trouxe o eco dos gemidos dele. Corpo ainda formiga, cheiro dele na pele. Anónimos, livres. A melhor escala da minha vida. Volto? Quem sabe.