Escale Imprevista: Fodida por Dois Irmãos no Hotel do Aeroporto

Estava em viagem de negócios, uma escala imprevista no aeroporto de Dakar. Chuva torrencial, voo atrasado para a noite toda. Check-in no hotel ao lado, ar condicionado gelado no lobby, cheiro a café forte e maresia. Eu, sozinha, saia leve, pernas bronzeadas de sol português. Lá estavam eles: dois irmãos senegaleses, altos, musculados, pagne africano só. O mais velho com um tambor, o jovem com uma flauta tradicional. Tocavam para os hóspedes, olhares fixos em mim. Sorri, eles aproximaram-se. ‘Boa noite, beleza portuguesa’, disse o mais velho, voz grave. Ofereceram gimbe, bebida forte, local. Aceitei, o álcool aqueceu-me por dentro. Rimos das anedotas deles, mãos roçando as minhas coxas nos bancos apertados. O jovem franzia a testa ao tocar, pagne apertado mostrando volume. Senti a excitação do desconhecido, ninguém me conhece aqui, liberdade total. ‘Vens dançar?’, convidou o mais novo. Dançámos colados, suor misturado, calor moite da noite africana, ruído dos aviões ao fundo. ‘Amanhã parto cedo’, sussurrei, mas eles insistiram: ‘Então esta noite é nossa’. Subi com eles ao meu quarto, coração a bater forte.

Porta fechada, clim a zumbir, lençóis frios de hotel. Eles entraram com instrumentos, acenderam luz fraca. Eu deitada, camisola subida, seio à vista, cona depilada quase exposta. Tocaram alto, eu ri, estiquei-me, mostrei tudo. O jovem saltou na cama, largou a flauta, beijou-me o pescoço. ‘Para!’, fingi, mas abri as pernas. O irmão mais velho ajoelhou-se, língua na minha coxa, subindo devagar. ‘Estás molhada, safada’, grunhiu. Puxei o pagne do jovem, picha grossa, preta, dura como pedra. Chupei, salgado de suor, ele gemeu ‘Oh, caralho, portuguesa gulosa’. O mais velho abriu-me as pernas, lambeu a cona, clitóris inchado, eu gemi alto. ‘Fode-me já!’, pedi. Ele enfiou a picha fundo, molhado, estalos altos. O jovem meteu na boca, fodendo a garganta. Virei-me de quatro, um na cona, outro no cu, alternando. ‘Mais forte, seus negros!’, urrei. Ritmo louco, suor pingando, pele salgada no gosto. Gozei primeiro, corpo a tremer, eles não pararam. O mais velho gozou dentro da cona, quente, escorrendo. O jovem no cu, fundo, pulsando. Trocaram, foderam-me duas horas: dupla penetração, cona e cu cheios, eu a gritar orgasmos. ‘Filma?’, pediu o velho, mas disse não, só nós. Gozaram quatro vezes cada, esperma por todo o corpo, lençóis encharcados.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

De manhã, chuveiro rápido, cheiro a sexo ainda na pele. Abracei-os no lobby, ‘Foi incrível, anónimos para sempre’. Avião chamou, sentei-me, cona dolorida, esperma a escorrer na cueca. Lembrei cada estocada, o ruído dos motores como banda sonora. Liberdade de passageira, ninguém sabe em Lisboa. Ainda sinto o pulsar, quero mais escalas assim. Foi real, cru, meu segredo quente.

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