Escala Quente em Paris: Minha Aventura com um Desconhecido

Estava em escala imprevista em Paris, voltando de um congresso chato em Londres. Voos atrasados, merda. Cheguei ao hotel perto do aeroporto já noite alta, ar condicionado gelado batendo na pele suada. O lobby cheirava a café velho e perfume barato. Sentei no bar, pedi um gin tónico, pernas cruzadas, saia curta subindo um bocadinho. Ele estava ali, sozinho, fato amarrotado, olhos cansados mas famintos. Francês, acho, ou algo assim. Olhou pra mim, sorriu tímido. ‘Boa noite’, disse eu em francês meia-boca, acenando com o copo.

Começámos a falar. Ele era de negócios, divorciado, sozinho na cidade. ‘Aqui ninguém nos conhece’, murmurou, mão roçando a minha no balcão. Senti o calor subir, o coração a bater forte. O bar esvaziava, luzes baixas, som distante dos aviões a descolar. ‘Quarto 312’, sussurrei, levantando-me. Ele seguiu, passos pesados no tapete. Porta fechada, clim zumbindo, ar húmido da minha excitação. Beijámo-nos com urgência, línguas molhadas, gosto a sal da sua pele suada do dia.

A Rencontre no Lobby do Hotel

Ele puxou a minha blusa, mamilos duros contra o tecido. ‘Quero-te agora’, grunhiu. Desabotoei a sua camisa, unhas cravando no peito peludo. Caímos na cama, lençóis frios de hotel, cheiro a lavanda sintética. Ele lambeu o meu pescoço, desceu aos seios, chupando forte, mordendo. Gemi alto, ‘Sim, assim…’. Saia para cima, cuecas de lado, dedos dele na minha cona já encharcada. ‘Estás tão molhada’, disse, enfiando dois de uma vez, bombeando devagar. Eu abri as pernas, quadris a rebolar, ‘Fode-me com a boca primeiro’.

Ajoelhou-se, língua quente na minha fenda, chupando o clitóris inchado. Slurp slurp, barulho molhado, sucos a escorrer pela bunda. Eu agarrei os lençóis, ‘Caralho, que bom… mais fundo’. Ele enfiou a língua toda, nariz no meu monte de Vénus, dedos no cu apertado. Gozei rápido, corpo a tremer, ‘Ai foda-se, estou a gozar!’. Ele lambeu tudo, safado. Levantei-me, empurrei-o para o colchão, desabotoei as calças. Caralho grosso, veias saltadas, cabeça roxa. Chupei gulosa, saliva escorrendo, bolas na mão. ‘Gostas?’, perguntei, olhando nos olhos. ‘Adoro, continua puta’.

A Foda Urgente Antes do Voo

Montei nele, cona aberta engolindo o pau todo de uma. ‘Que cabrão grosso!’, gritei, cavalgando forte, tetas a saltar. Ele agarrou a bunda, palmadas sonoras, ‘Fode mais rápido’. Bufava, suor pingando, cheiro a sexo no ar. Virei de quatro, ele atrás, metendo fundo, colhões batendo na cona. ‘Vou-te encher de porra’, rosnou. ‘Sim, goza dentro!’, eu pedia, dedos no clitóris. Gozámos juntos, ele jorrando quente, eu a pulsar, pernas moles.

De manhã, chuveiro rápido, beijo rápido. ‘Adeus, estranho’, disse no lobby, malas prontas. Avião a chamar, corpo ainda latejante, cona inchada sob as cuecas. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri no avião, memórias quentes, sal na pele fantasma, barulho dos motores como o nosso gemer. Volto a casa, mas levo o prazer na memória, pronta pra próxima escala.

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