A Minha Escale Quente em Madrid: Uma Foda Inesquecível com um Estranho

Estava em viagem de negócios de Lisboa para Barcelona, mas o voo atrasou e fiquei presa numa escala em Madrid. Escale imprevista, hotel perto do aeroporto. Aquela humidade pegajosa da noite espanhola, o zumbido distante dos motores, a ar condicionado gelado do lobby a arrepiar a pele. Fui buscar um café no bar do hotel, daqueles horríveis mas que a gente bebe mesmo assim. Atravessei o salão meio vazio, e bum… um tipo desconhecido chamou-me a atenção. Novo hóspede? Olhos escuros, corpo atlético, charme que me fez tremer as pernas. Meu Deus, que tesão imediato.

Curiosa, fui à receção perguntar quem era o gajo. Célibataire há meses, longe de casa, ninguém me conhece aqui. Posso flertar à brava. A rececionista riu-se, conhece o meu tipo. E de repente, ele entra. Aftershave forte, cheiro bom que me invadiu as narinas. Olhámo-nos fixo, ele de cima a baixo, eu parei na cinturão dele. Uf, tinha calibre. Fingi deixar cair a caneta, dobrei-me, desabotoei um botão da blusa sem querer. Ele viu o decote, os mamilos duros debaixo do sutiã. Começou a gaguejar. Propuseram-lhe ficar até tarde por causa do turno, eu também arranjei papelada para ficar.

A Chegada ao Hotel e a Tensão no Lobby

Saímos juntos da receção. O braço dele roçou os meus seios, contacto elétrico. Olhar cúmplice, olhos safados. Molhei-me toda. Voltei ao trabalho distraída, pensando nele. Cinco da tarde, lobby esvazia-se. Fui buscar papéis ao bar dos fundos, e lá estava ele, sozinho, a arrumar garrafas. Parei a olhar as mãos fortes a mexer no metal das prateleiras. ‘Olá, novo aqui? Eu sou a Inês, de Lisboa.’ Voz rouca, sensual. Ele sorriu: ‘Sim, Miguel. E tu, que olhos…’

Ele escorregou uma garrafa, cortou a coxa. Sangue a jorrar. Corri a buscar o kit de primeiros socorros do hotel. ‘Tira as calças, deixa ver.’ Ele baixou-as, envergonhado mas excitado. Coxa musculada, boxer a inchar. Limpei devagar, toquei perto da bola. Ele gemeu baixo. ‘Tétano em dia?’ Arquei as sobrancelhas, mão a subir. Senti o caralho endurecer debaixo dos dedos.

Não aguentei. Agarrei-o pela camisola, beijei aqueles lábios carnudos. Línguas enroscadas, gosto a sal da transpiração dele. Tirei-lhe a camisola, acariciei o peito largo. Mão no boxer, pau duro como pedra. Pus-me de joelhos, baixei o pano, engoli o caralho inteiro. Ele gemeu: ‘Caralho, Inês…’ Lambi o glande, bolas peludas, chupei com fome. Ele tremia, mãos no meu cabelo. Despi-me rápido, tetas ao ar, cona molhada pingando.

A Paixão Explosiva no Quarto e a Despedida Tórrida

Ele limpou a mesa, sentou-me nela. Pernas abertas, cona exposta, húmida e inchada. Ajoelhou-se, língua na minha greta. ‘Hmmm, que delícia.’ Lambeu o clitóris, meteu dois dedos, fodi-me a boca dele. Gemi alto: ‘Come-me toda, vai!’ Arquei as costas, o ar condicionado a gelar os peitos, lençóis do hotel ao fundo a chamar. Pedia: ‘Mete esse caralho em mim, fode-me forte!’

Levantou-se, roçou o glande na cona, entrou devagar. Sentia cada centímetro a abrir-me. Ritmo lento no início, depois selvagem. Segurava-me as nádegas, afastava do metal frio da mesa. ‘Estás tão apertadinha…’ Fodia-me fundo, bolas a bater no cu. Tirei as mãos dele para os tetas, beliscões nos mamilos. Acelerei o rabo, tigresa no cio. Gritava: ‘Mais forte, goza dentro!’ Ele urrou, bombeou sêmen quente, eu gozei tremendo, cona a pulsar no pau dele.

Ficámos ofegantes, a rir. ‘Foi do caraças.’ Ele: ‘Volta sempre.’ Mas era anónimo, urgente. De manhã, embarquei no voo. O corpo ainda dói de prazer, cheiro dele na pele, gosto de porra na memória. Liberdade de passagem, ninguém sabe. Que escale inesquecível.

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