Escala Inesperada: Sexo Selvagem com um Estranho em Madrid

Estava a caminho de Lisboa, mas o voo atrasou por uma tempestade de merda. Escale inesperada em Madrid. O hotel do aeroporto era o único livre, daqueles impessoais, com lobby cheio de gente cansada. Ar condicionado gelado, cheiro a café queimado e perfume barato. Sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia curta a subir um bocado. Pedi um gin tónico. Foi aí que o vi. Alto, olhos verdes como esmeraldas, cabelo despenteado, camisa aberta no peito. Parecia saído de um sonho molhado que tive na noite anterior. Ele sorriu, pediu um whisky ao meu lado.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

“Portuguesa?”, perguntou com sotaque francês sexy. Ri-me, “Sim, e tu?”. “Lys, de Paris, negócios.” Conversa fluiu fácil. Ele contava histórias de viagens, eu falava da liberdade de estar longe de casa, onde ninguém me conhece. O gin subia à cabeça, o corpo dele roçava o meu no banco. Senti o calor entre as pernas. Ele pousou a mão na minha coxa, devagar. “Quarto 312”, sussurrou. Levantei-me, coração a bater forte. No elevador, beijámo-nos já, línguas urgentes, mãos a apalpar. Cheiro a colónia dele, suor fresco. Liberdade total, ninguém nos conhece amanhã.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Entrámos no quarto. Luz fraca, cama king size com lençóis brancos ásperos de hotel. Ar condicionado zumbia, frio contra a pele quente. Ele fechou a porta, empurrou-me contra a parede. “Quero-te agora”, rosnou. Arrancou-me a blusa, sutiã voou. Chupou os meus peitos duros, mamilos a latejar. Eu gemi, “Fode-me, Lys”. Desabotoei-lhe as calças, caralho grosso saltou, veias pulsantes, cabeça vermelha molhada de pré-gozo. Masturbei-o devagar, ele gemeu baixo. “Chupa”, mandou. Ajoelhei-me, chão frio, engoli-o inteiro. Gosto salgado, cheiro a macho. Ele fodia-me a boca, mãos no cabelo, “Boa puta portuguesa”.

Levantou-me, atirou-me para a cama. Lençóis frios nas costas nuas. Abriu-me as pernas, saia para cima, cuecas rasgadas. Dedos na cona molhada, “Estás ensopada”. Lambi os beiços, “Lambe-me”. Língua dele no clitóris, chupando forte, dois dedos dentro, fodendo rápido. Gozei rápido, sumo a escorrer, pernas a tremer. “Agora o teu caralho”, pedi. Ele montou-me, entrou de rompante. Grosso, preenchendo tudo, cona apertada a engolir. Fodia forte, pilhas profundas, bolas a bater no cu. “Mais forte!”, gritei. Ele virou-me de quatro, espalmou o cu, meteu de novo. Suor pingava, gosto salgado na pele dele quando o lambi. Barulho de carne molhada, gemidos altos. Motores de aviões ao fundo, urgência do voo amanhã.

A Foda Intensa na Quarto de Hotel

Mudei de posição, montei-o. Caralho até ao fundo, balancei os quadris, peitos a saltar. Ele apertou-os, torceu mamilos. “Goza na minha cona”, mandei. Acelerou, unhas nas minhas nádegas. Gozou jatos quentes dentro, eu veio de novo, cona a contrair em volta. Caímos exaustos, corpos colados, suor e porra misturados. Dormimos pouco, fodemos mais uma vez ao amanhecer, rápido e sujo.

De manhã, ele partiu para o voo. Eu também, pernas doridas, cona inchada ainda a pulsar. No avião, sorri sozinha. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Lembro o gosto dele na boca, o cheiro moite da noite, lençóis amarrotados. Foi real, intenso. Volto a viajar amanhã, quem sabe o próximo estranho.

Leave a Comment