A Minha Escala Tórida com um Cosplayer Trap em França

Chamo-me Inês, tenho 29 anos, portuguesa de Lisboa. Estava em viagem de negócios para Paris, mas o voo atrasou e tive uma escala imprevista em Compiègne. Chovia miúdo lá fora, ar fresco de outubro. Decidi matar o tempo num salão de manga local – adoro anime, e estava perto da estação. Entrei de saltos altos, saia justa colada às coxas, blusa decotada. O ar condicionado do pavilhão gelava a pele, mas o calor do meu corpo pulsava.

O lugar era pequeno, cheirava a papel novo e frituras da buvette. Pouca gente: famílias, alguns cosplayers clássicos. Então vi-a… ou pensei que era ela. Uma rapariga fofa, cosplay de Minori Nakazawa: saia verde xadrez curta, meias listradas, blazer azul, peruca castanha. Um pouco rechonchuda, maquiagem perfeita, mas algo na voz… grave? Aproximei-me no concurso de cosplay. ‘Adoro o teu personagem! Minori é tão autêntica!’, disse eu, piscando o olho. Ela corou, gaguejou: ‘O-obrigada…’. No palco, improvisaram uma cena engraçada com outro cosplayer. Ela correu atrás dele, tentou beijá-lo. O público riu. Desci do palco a segui-la com os olhos. Sexy, vulnerável.

O Encontro Casual no Salão e a Tensão Crescente

Aproximou-se depois, nervosa. ‘Gostaste?’, perguntou com voz masculina agora. ‘Sou Stéphane, um gajo.’ Sorri, excitada pela surpresa. ‘Ainda melhor. Traps são o meu fraco. Ninguém nos conhece aqui, né?’ O vento frio entrava pela porta, arrepiava as minhas pernas nuas. Fomos à buvette, comprei um sanduíche, ele um coca. Sentámo-nos num canto vazio, o salão esvaziando. ‘Queres um beijo de verdade?’, sussurrei, aproximando-me. Ele hesitou: ‘Sou hetero… mas tu és gira.’ Os lábios dele tremiam. Beijei-o devagar, língua forçando entrada. Salgado de suor nervoso. Ele gemeu baixo, mão na minha cintura. ‘Vou comprar-te aquele coffret de Tamen de Gushi que olhaste’, disse ele, olhos brilhantes. ‘Mas… em troca?’ Ri: ‘Negócio fechado, mas eu decido o preço.’

O Sexo Cru nas Toilettes e a Corrida do Prazer

Corremos para as toilettes vazias no fim do hall. Verificámos: ninguém. Entrei no cubículo com ele, tranquei. O cheiro de desinfectante misturava-se ao nosso suor. Empurrei-o contra a porta, beijei com fome, mordendo o lábio inferior. ‘Quero ver o teu pau’, disse direta. Ele tremia, abriu a braguette do fato. O caralho pequeno, encolhido, pubis liso. Beijei o ventre, desci à língua nas bolas macias. Ele endureceu na minha boca – grosso agora, veias pulsando. ‘Caralho, Inês…’, gemeu. Chupei devagar, língua no prepúcio, sugando o glande vermelho como tomate. Alternava: engolia fundo, saía para masturbar, cuspe escorrendo. Ele agarrou a minha cabeça, fodia a boca. ‘Vou gozar!’, avisou. Segurei as nádegas, engoli tudo – quente, amargo, grosso na garganta. Ele tremeu, pernas fracas. Limpou-se, olhos vidrados: ‘Incrível…’

Saí primeiro, peruca dele torta, meu batom borrado. O salão fechava, motores de carros ao longe. Corri para a estação, trem para Paris em minutos. Sentada no banco duro, o gosto do esperma ainda na boca, pau dele na memória – duro, latejante. Ninguém sabe, só eu e ele. Liberdade de passageira: urgente, sem amanhãs. O corpo ainda formiga, úmido entre as pernas. Volto a Lisboa amanhã, mas levo este segredo quente. Quero mais escalas assim.

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