Estava de viagem de negócios de Lisboa para Casablanca. Uma tempestade atrasou tudo, escale imprevista em Marrakech. O avião ficou no chão por horas. Mandaram-nos para um hotel perto do aeroporto. Cheguei suada, a camisola colada na pele pela humidade pegajosa da noite. O lobby era fresco, ar condicionado a zumbir baixinho, misturado com o ronco distante dos motores. Pedir um quarto, um copo de vinho. Olá, disse o tipo atrás do balcão. Marroquino, olhos pretos como carvão, sorriso largo. Chamava-se Karim. ‘Primeira vez aqui?’, perguntou, voz grave, sotaque que arrepiava.
Sentei-me no bar do lobby, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco. Ele apareceu minutos depois, fato amarrotado de passageiro. ‘Também escalado?’, ri. Conversa solta, olhares que se prendem. A mão dele roça a minha ao pegar no copo. Eletricidade. ‘Esta humidade… faz a gente querer tirar tudo’, murmurou. Senti o calor subir, não era só o vinho. Ninguém nos conhece aqui. Liberdade pura. ‘Quarto 312’, disse ele, piscando. Hesitei? Nem um segundo. ‘Vamos ver se a tua é melhor que a minha’, respondi, voz rouca.
O Encontro no Lobby Sob a Chama da Noite
Subimos no elevador apertado. Portas fecharam, corpos colaram. Beijo faminto, língua dele a saber a menta e vinho. Mãos dele nas minhas coxas, subindo devagar. ‘Estás molhada já?’, sussurrou ao ouvido. Clique da porta. Entrei, ele atrás, porta bateu. Quarto impersonal, lençóis brancos de hotel, ar condicionado gelado na pele quente. Janelas vibravam com aviões ao longe. Despi a camisola devagar, sutiã saltou. Seios livres, mamilos duros. Ele gemeu. ‘Que puta linda, portuguesa safada’.
Puxou-me para a cama. Deitei de costas, pernas abertas. Ele ajoelhou, cara entre as coxas. Língua na cona, devagar, chupando o clitóris inchado. ‘Sabes a sal e mel’, grunhiu. Dedos entraram, dois, depois três, fodendo fundo. Gemi alto, sem freio. ‘Cala-te ou acordas o hotel todo’, riu ele, mas continuou, mais forte. Virei-me de quatro, rabo empinado. ‘Fode-me agora, caralho’. Ele cuspiu na mão, passou no caralho grosso, veias saltadas. Entrou de rompante, cona a engolir tudo. Dor boa, prazer cru. Batia forte, bolas a bater no cu. ‘Mais, fode esta puta de passagem!’.
O Sexo Selvagem na Quarto com Vista para o Aeroporto
Mudei, montei nele. Caralho enterrado até ao fundo, cavalguei selvagem. Seios a balançar, ele apertava, mordia mamilos. Suor salgado na pele dele, provei lambendo o peito. ‘Vou gozar’, avisei, cona a pulsar. Ele virou-me de novo, missionário brutal. Pernas nos ombros, penetrava até ao útero. ‘Goza na minha cona, enche-me!’. Ele urrou, jatos quentes dentro, cona transborda. Eu gozei atrás, corpo a tremer, unhas nas costas dele. Ficamos ofegantes, cheiro de sexo no ar, lençóis encharcados.
De manhã, chuveiro rápido, beijo de despedida no lobby. ‘Segredo nosso’, disse. Avião chamou. Sentei na janela, corpo ainda dorido, cona sensível. Lembrei o gosto dele, o ronco dos aviões durante a foda, a liberdade de ser anónima. Ninguém em Lisboa sabe. O prazer lateja ainda, pronto para a próxima escale. Volto ao Marrocos? Por Karim, sim. Ou outro qualquer.