Escala Quente em Paris: Seduzi um Estrangeiro no Lobby do Hotel

Estava de volta de um congresso em Lisboa, mas o voo atrasou e tive uma escale imprevista em Paris. Chovia lá fora, o ar úmido colava na pele. Cheguei ao hotelzinho antigo perto do aeroporto Charles de Gaulle, daqueles com decoração dos anos 70, tapetes gastos e um cheiro de tabaco velho misturado com perfume barato. O lobby era pequeno, luz amarelada, o zumbido da clim fria contrastando com a minha saia justa que me fazia suar.

Sentei-me no sofá de veludo verde, pernas cruzadas, a observar o tipo atrás do balcão. Ele devia ter uns 50 anos, cabelo grisalho ondulado, fato amarrotado mas elegante, como um ator decadente. Sorriu-me quando me registou, os olhos demorando-se nos meus seios. ‘Bem-vinda, mademoiselle. Quarto 204, aproveite a noite curta.’ A voz rouca, sotaque francês carregado. Ofereceu-me um copo de vinho tinto, ‘para aquecer’. Aceitei, sentindo o líquido quente descer pela garganta, o coração a acelerar com a ideia de que ninguém me conhecia ali.

A Escala Imprevista e a Tensão no Lobby

Conversámos. Chamava-se Léon, ex-cantor de cabaret no Marais, agora dono do hotel. Mostrou-me fotos antigas no balcão: ele jovem, rodeado de mulheres, numa pose provocante. ‘Eras uma estrela’, disse eu, roçando o braço dele de propósito. Ele riu, o hálito com cheiro a Lillet. ‘Ainda sou, para as certas pessoas.’ A tensão subiu. As mãos dele tocaram as minhas, os dedos calejados de anos de vida noturna. ‘A tua pele é macia como mel’, murmurou. Levantei-me, puxei-o para o elevador. ‘Mostra-me o quarto primeiro.’ No caminho, beijámo-nos contra a parede, línguas urgentes, o gosto salgado do suor dele na boca.

No quarto, a porta mal fechou e despimo-nos. A clim gelada arrepiava a pele nua, os lençóis ásperos do hotel roçavam as coxas. Ele era forte, peito peludo, caralho já duro e grosso, latejando contra a minha barriga. ‘Quero foder-te agora’, grunhiu, empurrando-me para a cama. Abri as pernas, molhada de excitação, o cheiro da minha cona misturando-se com o dele. Lambeu-me devagar, a língua áspera no clitóris, chupando forte até eu gemer alto, ‘Mais, caralho, lambe-me toda!’. Os motores dos aviões rugiam ao longe, como um lembrete da partida ao amanhecer.

O Sexo Selvagem e o Adeus Apressado

Virei-me de quatro, o cu empinado. Ele cuspiu na mão, esfregou no pau e enfiou de rompante. ‘Que cona apertada, puta portuguesa!’, rosnou, batendo forte, as bolas a chapinharem na minha pele suada. Gritei de prazer, ‘Fode-me mais fundo, rasga-me!’, as unhas cravadas nos lençóis. Mudámos de posição: eu por cima, cavalgando selvagem, os seios a balançar, apertando os mamilos dele. Ele agarrou o meu rabo, enfiou um dedo no cu enquanto me penetrava, o duplo prazer a fazer-me tremer. Gozei primeiro, o corpo convulsionando, esguichando no pau dele. Ele veio logo depois, enchendo-me de porra quente, gemendo ‘Toma tudo, vadia!’. Caímos exaustos, o suor a colar-nos, o ar moite apesar da clim.

De manhã, vesti-me rápido, o corpo dorido, a cona ainda latejante com o cheiro dele. Beijámo-nos uma última vez no lobby, ‘Foi real, não foi sonho?’, perguntei. Ele piscou: ‘Volta sempre, anónima.’ No táxi para o aeroporto, o sol nascia, o prazer pulsava entre as pernas, a porra seca nas cuecas. Ninguém saberia, só eu guardava aquele segredo torride, a liberdade de quem passa e parte. Ainda sinto o gosto do sal na pele dele.

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