A Minha Escale Ardente com um Estrangeiro no Hotel

Estava de volta de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou. Escale forçada em Paris, num hotel perto do aeroporto Charles de Gaulle. Noite quente, ar húmido colava na pele. Entrei no lobby, o ar condicionado gelado arrepiava as pernas. Vestia uma saia justa, blusa fina, salto alto. Cansada, mas livre. Ninguém me conhecia aqui.

Sentei-me no bar, pedi um copo de vinho. Ele apareceu do nada. Alto, olhos escuros, sotaque francês. ‘Posso sentar-me?’. Olhei-o, sorri. ‘Porque não?’. Chamava-se Julien. Falámos de viagens, de solidão em escalas. Ele era direto. ‘Gostas de aventuras rápidas?’. O coração acelerou. O barulho dos motores ao longe, vibração no chão. A mão dele roçou a minha coxa debaixo da mesa. ‘Quero-te agora’, murmurou. Hesitei. ‘Estou casada’. ‘Melhor. Ninguém sabe’. Levantei-me, segui-o ao elevador. Portas fecharam, beijou-me com fome. Língua quente, mãos nas minhas nádegas.

A Tensão no Lobby do Hotel

A quarto dele, número 412. Luz fraca, lençóis brancos ásperos de hotel. Janelas vibravam com aviões. ‘Despe-te’, ordenou. Obedeci devagar. Saia caiu, collants pretos rasgados por ele. ‘Que cona molhada’. Deitei-me, ele chupou os meus mamilos, dentes a morder. Gozo subia. ‘Chupa-me o caralho’, disse. Ajoelhei-me, engoli a pila dura, veias pulsantes, salgado de suor. Ele gemia, ‘Assim, puta portuguesa’. Empurrou-me para a cama, abriu as minhas pernas. Dedos na cona, dois de uma vez, molhado escorria. ‘Quero foder-te’. ‘Fode-me forte’, pedi.

O Sexo Selvagem e o Adeus Apressado

Entrou de rompante, caralho grosso a encher-me. Ritmo brutal, cama a ranger. Virei de quatro, ele batia nas nádegas, vermelhas. ‘Gostas?’. ‘Sim, mais!’. Mudou, pés nos ombros dele, penetrava fundo, clítoris inchado. Gozei primeiro, corpo a tremer, grito abafado pelo travesseiro. Ele continuou, suor salgado na pele, gosto no ar. ‘Vou gozar na tua boca’. Saí, ajoelhei, engoli tudo, quente, espesso. Lambei o glande limpo, como mandou.

‘Mais amanhã?’, perguntou. ‘Não, o meu voo’. Vestimo-nos apressados. Beijo final, cheiro dele na pele. Saí, lobby vazio agora. Avião esperava. Na sala de embarque, cona ainda latejava, pernas fracas. Anonimato total, ele fica em Paris, eu volto a Lisboa. Mas lembro o calor moído da noite, o ronco dos motores, o sêmen na garganta. Liberdade de passageira. Volto a querer outra escala.

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