A Minha Escale Quente com um Estranho na Auvergne

Estava de viagem de negócios para Lisboa, mas o voo atrasou em Clermont-Ferrand. Escale imprevista. Cheguei ao hotelzinho rural perto de Chidrac, no coração da Auvergne. Ar fresco de junho, cheiro de campos de trigo e girassóis. O lobby era simples, com um bar minúsculo. A clim zumbia baixo, misturando-se ao ronco distante de motores na estrada.

Sentei-me no balcão, pernas cruzadas, saia curta colando na pele suada. Pedi um copo de vinho local. Ele apareceu do nada. Cabelos brancos desgrenhados, olhos cinzentos como ágata, uns 75 anos, mas corpo ainda firme. Vestia camisa xadrez aberta no peito, uns pelos brancos a brilhar. ‘Boa noite, mademoiselle’, disse com sotaque auvernhaat grosso. Gilbert, apresentou-se. Viúvo, dono de um pomar ali perto. Falava devagar, hesitante, mas os olhos devoravam-me.

A Rencontre no Lobby e a Tensão Crescente

Conversei. Ele ofereceu outra rodada. ‘Você parece perdida aqui’, murmurou, mão roçando a minha. Senti o calor subir. Liberdade total, ninguém me conhece. ‘Estou de passagem, mas a noite é longa’, respondi, mordendo o lábio. Rimos. O vinho aqueceu o ventre. A tensão crescia: olhares demorados, joelhos tocando. ‘Quer ver as estrelas no meu quarto?’, propôs, voz rouca. Hesitei um segundo. ‘Sim, leva-me.’

Subimos. Quarto dele, fim do corredor. Drapos de hotel ásperos, cheiro de lavanda velha. A janela aberta deixava entrar brisa úmida, som de grilos. Ele trancou a porta. Beijou-me devagar, mãos nodosas apertando minha bunda. ‘Há anos não sinto isto’, gemeu. Arrancou minha blusa, mamilos duros ao ar frio da clim. Chupei a língua dele, salgada de vinho.

A Noite de Sexo Intenso e o Adeus Picante

Empurrei-o na cama. Desabotoei a calça: caralho grosso, veias pulsantes, cabeçona vermelha. ‘Que delícia de paizão’, sussurrei, lambendo o pré-gozo salgado. Ele gemia, ‘Oh, puta merda, chupa mais’. Engoli até à garganta, bolas peludas na cara. Ele agarrou meus cabelos, fodia a boca com urgência. ‘Vira-te’, ordenou. De quatro, cona molhada pingando. Ele lambeu, língua áspera no cu e clitóris. ‘Estás encharcada, vadia.’

Enfiou o caralho de supetão. ‘Aii, fode-me forte!’, gritei. Batia fundo, bolas batendo na pele suada. Calor moite da noite, suor escorrendo pelas costas dele para mim. Troquei: montei-o, cona engolindo tudo, seios balançando. Ele apertava, ‘Que cona apertada, leiteira’. Gozei primeiro, tremendo, esguichando no pau dele. Ele virou-me, missionário selvagem: ‘Vou encher-te de porra’. Gozou aos jatos, quente dentro, escorrendo pelas coxas. Ficámos ofegantes, corpos colados, gosto de sal e sexo no ar.

De manhã, sirenes distantes – talvez polícia ou comboio. ‘Tenho de ir’, disse, vestindo-me. Beijei-o: ‘Foi perfeito, Gilbert. Ninguém saberá.’ Ele sorriu, olhos brilhantes. Saí, corpo dorido, cona inchada, cheiro dele na pele. No táxi para o aeroporto, toquei-me discretamente, revivendo. Anonimato puro, prazer cru. Volto a Portugal com esta memória a pulsar. Urgência do adeus torna tudo mais vivo. Quem sabe outra escala…

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