A Minha Escale Quente com um Estrangeiro no Hotel do Aeroporto

Estava em viagem de negócios para o Porto, mas o voo atrasou horas. Escale imprevista num hotel mesmo ao lado do aeroporto de Lisboa. Ar cheirava a combustível de jato, misturado com o sal do mar próximo. Noite quente, húmida, como um abraço pegajoso. Entrei no lobby, ar condicionado gelado a arrepiar a pele. Barulho distante de motores, malas rolando no chão de mármore frio.

Sentei-me no bar, copo de vinho tinto na mão, suor ainda na nuca do dia longo. Ele apareceu do nada. Alto, estrangeiro, talvez belga ou holandês, olhos azuis famintos, sorriso torto. ‘Boa noite, pareces cansada mas linda’, disse com sotaque grosso. Ri, nervo no estômago. Conversa solta: viagens, solidão em escalas. Mão dele roça a minha no balcão. Calor sobe. Olhos dele descem para o meu decote, suor entre os seios. ‘Quarto 312, se quiseres companhia’, sussurra. Coração acelera. Liberdade aqui, ninguém me conhece. ‘Vamos’, digo, voz rouca.

O Encontro Fortuito no Lobby e a Tensão que Cresce

Subimos no elevador, silêncio elétrico. Portas fecham, ele me encosta à parede, beijo duro, língua invasora. Mãos dele apertam a minha bunda por cima do vestido. Cheiro do seu perfume misturado com suor masculino. Saímos tropeçando, porta bate. Quarto escuro, só luz da rua e zumbido da clim.

Ele me atira na cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro a detergente barato. Arranco-lhe a camisa, unhas nas costas. ‘Quero-te agora’, rosno. Ajoelho-me, abro o cinto, pau dele salta, grosso, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. Chupo devagar, língua no saco, engulo até à garganta. Ele geme, ‘porra, que boca gulosa’. Mãos nos meus cabelos, fode a minha boca, salgado, quente. Engasgo um pouco, saliva escorre.

Levanto-me, vestido ao chão. Calcinha encharcada, cona latejante. Ele me vira, de quatro, lençóis colam na pele suada. Dedos abrem-me as nádegas, língua no cu, molhado, arrepio elétrico. ‘Que cu apertadinho’, murmura. Pau dele na entrada da cona, empurra forte. ‘Ahhh, fode-me!’, grito. Enche-me toda, bolas batem no clitóris. Ritmo feroz, cama range, barulho de carne chapinhando. Noite moite lá fora, aviões roncam ao fundo.

A Foda Intensa e Sem Limites na Quarto Escura

‘Quero o cu’, peço, voz trémula. Ele cospe na rola, pressiona. Dói bom, estica-me, centímetro a centímetro. ‘Caralho, estás tão apertada’. Dentro todo, fico quieta um segundo, adapto. Depois, cavalgo, ele debaixo, mãos nos meus peitos, belica mamilos. ‘Mais forte!’, urro. Ele vira-me, encosta ao vidro da janela, fode o cu de pé, espelho reflete tudo: cona aberta, sumo escorrendo coxas. Dedos dele no clitóris, frota brutal. Orgasmo explode, pernas tremem, aperto o cu nele, grito abafado no travesseiro.

Ele puxa, goza na minha bunda, jatos quentes, pegajosos, cheiro forte de porra. Caímos na cama, ofegantes, suor salgado na pele dele, lambo. ‘Foi brutal’, diz, rindo baixo. Dormitei um bocado, corpo dormente de prazer.

Acordei com o alarme, voo às 6h. Ele dorme, nu, pau murcho. Beijo rápido, saio sem barulho. No táxi para o aeroporto, sol nasce, corpo ainda pulsa: cona inchada, cu sensível, memória do cheiro dele na pele. Ninguém saberá. Anonymato perfeito. Sorrio, pernas cruzadas, excitação residual. Próxima escale? Quem sabe.

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