Estava de férias no Algarve, um daqueles voos com escale em Faro por causa de uma avaria. Apanhei um quarto num hotelzinho perto do aeroporto, com piscina partilhada. Calor moite da noite, cheiro a sal do mar ao fundo, motores de aviões a roncar longe. Saí para a piscina de manhã, só de cima, como sempre faço quando estou sozinha. Água morna, sol a queimar a pele.
De repente, vejo um tipo a nadar. Moreno, corpo de atleta, uns 25 anos, provavelmente filho do dono ou um pompier local de folga. Sai da água, dirige-se à chuveira ali ao lado. Tira o fato de banho, enxagua-o. Água a escorrer pelo peito definido, pelas costas largas. Vira-se, olhos fechados, caralho semi-mole já impressionante, grosso. Sinto os mamilos endurecerem, passo a mão na cona por cima do bikini. Ele abre os olhos, sorri. Eu abro as pernas devagar, fixando-o. A picha dele ergue-se, pulsa. Arrepio com o ar condicionado do hotel ao fundo.
O Encontro na Piscina e a Tensão que Cresce
Levanto-me, viro costas, ofereço-lhe o rabo. Cola-se, braços à volta da cintura, beija o pescoço. Mãos nos meus peitos, a apertar os bicos duros. As minhas vão para trás, apanho-lhe a picha rígida, latejante. Ele beija-me a boca, mão na minha raba, depois entre as coxas, dedos na cona molhada. Eu gemo baixinho. ‘Queres isto?’, murmura ele, voz rouca. ‘Fode-me já’, respondo, ofegante.
Chega o momento. Ele empurra-me contra a borda da piscina, baixa-me o bikini. Dedos dentro, dois de uma vez, a mexer rápido. Eu curvo-me, rabo ao alto. Ele cospe na mão, esfrega na cabeça da picha e enfia de rompante. ‘Caralho, que cona apertada!’, grunhe. Fode forte, pá, pá, pá, contra a minha pele suada. Sinto o sal do suor na boca, o cloro da água, o sol a queimar as costas. Viro-me, ajoelho-me, engulo a picha toda, bolas na cara. Ele agarra-me o cabelo, fode a boca. ‘Engole, puta safada.’
O Sexo Selvagem Sem Freios
Deito-me no transat, ele senta-se em cima, enfia na cona de novo, cavalgando devagar, até ao fundo. Eu gemo, ‘Mais fundo, fode-me o útero!’ Ele acelera, peitos a balançar, suor a pingar. Dedos no cu, um dentro, depois dois. ‘Gostas do cu?’, pergunta. ‘Sim, mas fode a cona primeiro.’ Troca, baba no cu, enfia devagar. Dor boa, prazer que explode. Ele martela, eu grito, ‘Vai, goza dentro!’ Ele sai, goza no meu ventre quente, esperma a escorrer.
Eu monto-o, cavalgo a picha ainda dura, cona a engolir tudo. Ele apalpa os peitos, belisca. Gozo forte, corpo a tremer, unhas nas costas dele. Chupo-lhe as bolas, lambo o cu, ele geme. Volta à cona, fode de lado, mão na clit’s. Gozo outra vez, ele enche-me o cu de porra quente. Drapos ásperos do hotel colados à pele suada, cheiro a sexo no ar.
Depois, vestimo-nos rápido. Ele sorri, vai embora sem dizer nome. Eu fico ali, pernas a tremer, porra a escorrer. Pego no avião horas depois, corpo ainda a pulsar. Anónimo total, ninguém sabe. Na viagem de regresso, toco-me a pensar nele, na urgência daquele foda de passagem. Liberdade pura, longe de tudo. Ainda sinto o gosto dele na boca.