Estava a caminho de Lisboa para um congresso de negócios, mas a chuva caiu como o fim do mundo. Os limpadores do meu carro mal davam conta, e as estradas do interior viraram rios. Escalei num hotel perdido, o ‘Fim do Mundo’, isolado numa colina. O dono, um tipo grande chamado Sanders, abriu a porta com um sorriso largo. ‘Bem-vinda, senhora! A ponte caiu, estamos cortados do mundo por uns dias.’ O ar cheirava a lenha molhada, o fogo crepitava na lareira. Entrei encharcada, a saia colada às coxas.
No bar, vi ele: Ricardo, um latino alto, olhos escuros, corpo atlético. ‘Olá, linda portuguesa, que tempestade, hein?’ disse com sotaque carregado, estendendo a mão. O toque foi elétrico, quente apesar da friagem. Suzanna, a mulher de Sanders, serviu cognac. ‘Beba, aquece a alma.’ Os outros hóspedes: uma velhota chique, um casal americano. Mas os meus olhos ficavam nele. Falámos no jantar à mesa comum. ‘Gostas de aventura?’, perguntou Ricardo, roçando o joelho no meu. A tensão subia, o vinho ajudava. ‘Aqui ninguém nos conhece. Liberdade total.’ Senti a cona pulsar, a umidade misturada com o suor da viagem.
A Tempestade e o Encontro no Lobby
Subi para o quarto, mas ouvi vozes na cozinha à noite. Espiei: Ricardo beijava Suzanna contra o balcão, as mãos dela no peito dele. ‘Quero-te agora’, murmurou ela. Sanders entrou, não bravo, mas excitado. ‘Desta vez avisa-me.’ Desabotoou as calças, a pila grossa saltou. Suzanna ajoelhou-se, chupou-o com fome, a boca babando no caralho vermelho. Ricardo despiu-se, a sua verga dura, veiada, balançando. Eu tremia, a mão na minha saia, tocando-me devagar.
Sanders viu-me. ‘Junta-te, portuguesa fogosa.’ Não resisti. Tirei a roupa, os seios livres, mamilos duros pelo ar frio. Suzanna veio, lambeu-me a cona molhada, o gosto salgado da minha excitação. ‘Deliciosa’, gemeu. Ricardo fodeu-a por trás, o cu dela abrindo-se para o caralho dele, enquanto ela me chupava. Eu gemi alto, o barulho dos motores distantes misturado aos nossos gemidos. Sanders meteu-me a pila na boca, grossa, pulsando. ‘Chupa bem, vadia.’ Troquei: montei Ricardo no chão frio, a cona engolindo-o até ao fundo, os quadris batendo com urgência. ‘Fode-me forte, estrangeiro!’ Ele acelerou, as bolas batendo no meu cu. Suzanna sentou-se na cara dele, ele lambia-a enquanto me penetrava.
O Êxtase na Cozinha e o Adeus Ardente
Sanders veio por trás, untou o cu com saliva e enfiou devagar. ‘Duas pilas na minha portuguesa?’ Doía e excitava, o estiramento ardente. Movíamo-nos em ritmo louco, suor pingando, o cheiro de sexo preenchendo a cozinha. ‘Vou gozar!’, gritei. Gozei primeiro, o corpo convulsionando, esguichando no caralho de Ricardo. Ele explodiu dentro de mim, quente, jorrando. Sanders fodeu o cu mais fundo e encheu-me também. Suzanna lambeu tudo, misturando esperma e sumos.
De manhã, a chuva parou. A ponte ia reabrir. Despedi-me com beijos rápidos, o corpo dorido, a cona inchada, latejando de prazer. Ricardo piscou: ‘Volta, quente.’ No carro, rumo a Lisboa, o sol batia no para-brisas. Ninguém sabia, anonimato perfeito. Ainda sinto o gosto do sal na pele dele, o ar húmido da noite, os lençóis ásperos do hotel. Aquela escale virou a viagem mais fodida da minha vida. Sorrio sozinha, as coxas pegajosas de memória.