A Fuga de Água que Acendeu o Fogo no Hotel de Escala

Estava exausta. Voo de Lisboa para uma reunião em França, mas escala imprevista no aeroporto de Paris. Cheguei ao hotel ali perto já passava da meia-noite. Ar condicionado gelado no lobby, cheiro a café velho e motores de aviões ao fundo. Check-in rápido, subo para o quarto. Abro a torneira da kitchenette… e começa a jorrar água por todo o lado. Merda. Chamo a manutenção pelo telefone.

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Pouco depois, batem à porta. Abro, e lá está ele. Um tipo uns 30 anos, moreno, olhos castanhos, fato de trabalho azul justo. ‘Boa noite, sou o Jérôme, o canalizador de serviço.’ Voz grave, sotaque francês sexy. Eu vestida só com um top fino e legging, cabelo solto, suor da viagem ainda na pele. ‘Entra, por favor. Tá tudo molhado aqui.’ Ele sorri, olha-me de cima a baixo. Sinto o olhar dele no meu peito, mamilos endurecendo com o frio da clim.

A Escala Imprevista e o Encontro no Lobby

Ele se agacha debaixo do lava-louça, eu fico perto. Cheiro a homem, suor misturado com óleo de máquina. ‘É uma soldadura velha, mas já corto a água geral.’ Água espirra nele, camisa cola no peito musculado. Eu… hum, reparo no volume nos calções. Grande. Ele nota o meu olhar, hesita. ‘Pode demorar um bocado.’ Conversamos. Eu conto da minha viagem, ele da vida no hotel. Tensão no ar, moite como a noite lá fora. Aviões roncam ao longe. ‘Queres uma cerveja?’ Ofereço, ele aceita. Sentamo-nos na cama, pernas roçando.

Olhos nos olhos. ‘Gostas de aventuras rápidas?’ Pergunto, mão na coxa dele. Ele engole em seco. ‘Aqui ninguém nos conhece.’ Beijo-o. Língua quente, mãos dele nos meus seios. Rasga o top. ‘Caralho, que mamas perfeitas.’ Chupo o pescoço dele, salgado. Ele geme, desabotoa os calções. Pausa enorme. ‘Porra, que caralho é este?’ Grosso, veias pulsando, cabeça roxa brilhante. Eu molhada já, legging ensopado.

A Paixão Desenfreada na Quarto Sufocante

Ele me atira na cama, lençóis ásperos de hotel. Arranca tudo. ‘Come-me primeiro.’ Deito-me de pernas abertas, ele enterra a cara na minha cona. Língua no clitóris, chupa forte. ‘Estás tão molhada, puta portuguesa.’ Dedos dentro, dois, três. Gozo rápido, jorro na boca dele. ‘Bebe tudo.’ Ele ri, pau duro batendo na barriga. ‘Agora fode-me.’ Monto nele, guio a rola grossa. Entra devagar, estica-me toda. ‘Aiii, tão fundo!’ Cavalgada selvagem, mamas balançando, ele aperta os mamilos. Suor pinga, pele colada, cheiro a sexo cru.

Viro de quatro. ‘Mete pelo cu?’ Ele baba na cabeça, pressiona. ‘Relaxa.’ Entra centímetro a centímetro, ardor bom. ‘Fode mais forte!’ Ele agarra os quadris, soca sem dó. Bolas batem na cona, barulho molhado. ‘Vou gozar!’ Ele puxa cabelo. ‘Enche-me de porra!’ Jorra dentro, quente, escorrendo pelas coxas. Eu viro, chupo o resto, engulo tudo, gosto salgado.

Ele vestiu-se rápido. ‘Obrigado pela ‘reparação’.’ Riu, beijou-me. Saiu. Eu deitada, corpo a pulsar, cona inchada, porra a pingar nos lençóis. De manhã, voo cedo. No táxi para o aeroporto, sol a nascer, lembro o cheiro dele, o peso da rola na boca. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorrio, toco-me discretamente. Aquela urgência de passagem… viciante. Ainda sinto o prazer, latejando.

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