Estava em viagem de negócios para o Porto, mas o voo atrasou e tive uma escala forçada em Lisboa. Cheguei ao hotel perto do aeroporto exausta, suada do calor úmido da noite. O ar condicionado do lobby batia forte, gelado na pele. Decidi ir à academia do hotel pra descarregar. Vestida com top apertado e short colado, meus peitos balançando a cada passo na esteira. De repente, vi ele: um tipo alto, musculoso, suado nos pesos. Olhos pretos me devorando. Sorri, provocante. Ele veio falar.
‘Oi, portuguesa? Viajante como eu?’ Ele era estrangeiro, sotaque sexy, talvez espanhol. ‘Sim, escala chata. Quer companhia na máquina?’ Pisquei, sentindo o calor subir. Treinamos lado a lado, corpos roçando. Suor escorrendo, cheiro de macho no ar. ‘Tu és fogo, hem?’ Ele riu, mão no meu ombro. No lobby depois, drinks no bar. Aviões rugindo ao longe. ‘Quarto 305. Vem?’ Ele assentiu, pau já duro na calça.
A Chegada e a Tensão no Lobby
Subimos rápido, urgência no elevador. Porta mal fechada, ele me prensou na parede. Boca faminta na minha, língua invadindo. Rasguei a camisa dele, unhas nas costas. ‘Caralho, que tetas!’ Mãos grossas apertando meus peitos, dedilhando os mamilos duros. Eu gemi, sentindo a buceta latejar. Joguei ele na cama, lençóis frios do hotel grudando na pele quente. Desabotoei a calça, pauzão saltando, veiudo e grosso. ‘Chupa, vadia.’ Engoli tudo, saliva escorrendo, bolas na boca. Ele grunhiu, fudendo minha garganta.
O Sexo Selvagem na Quarto
Me virei de quatro, rabo empinado. ‘Me fode forte, agora!’ Ele cuspiu na cona, enfiou de supetão. Pauzão rasgando, bolas batendo no clitóris. ‘Porra, que quentinha e molhada!’ Clim zumbia, ar gelado nos peitos balançando. Gritei, unhas nos lençóis. Ele socava sem dó, mão no cabelo puxando. ‘Gosta, puta de escala?’ ‘Sim, fode mais, enche minha buceta!’ Virei, montei nele. Cavalguei selvagem, cona engolindo tudo, sucos escorrendo nas coxas. Dedos no cu dele, ele urrou. ‘Vou gozar!’ Puxei fora, jatos quentes no rosto, na boca. Engoli o sal grosso, lambendo o resto.
Depois, deitados ofegantes, suor salgado na pele dele. ‘Foi insano.’ Beijei, aviões ainda roncando. De manhã, trocamos só um olhar no lobby. Voltei pro voo, buceta dolorida, cheiro dele na pele. Ninguém sabe, anonimato puro. Ainda sinto o pau pulsando, a liberdade de ser vadia em passagem. Quero mais escalas assim.