Escala Inesperada em Madrid: Minha Noite Selvagem a Três com Estranhos

Estava voltando de férias no sol das Canárias, escala imprevista no aeroporto de Madrid por causa de uma tempestade. Cansada, mas animada com a liberdade de estar longe de casa, onde ninguém me conhece. Entro no lobby do hotel anexo, ar condicionado gelado na pele suada, cheiro de café forte no ar. Vejo eles no bar: ela, uma morena de olhos azuis, esguia, decote mostrando seios em forma de pera perfeitos. Ele, moreno, médio, musculoso, sorriso safado. Franceses, pelo sotaque. Chamam-se Mathilde e Jean-No. Sorrio, sento perto. Conversa flui: viagens, sexo, fantasias. Copos de vinho, risadas. ‘Tu és linda, portuguesa’, diz ela, mão no meu joelho. Ele olha, excita. Tensão sobe, olhares quentes. ‘Vamos pro meu quarto? O voo é só amanhã’, sugiro. Coração acelera, o desconhecido me molha já.

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Subimos, elevador cheira a perfume dela, mãos roçam. Quarto standard, lençóis brancos ásperos, zumbido dos aviões ao fundo, calor úmido da noite entrando pela janela. Beijos começam comigo e Mathilde, línguas urgentes, gosto de vinho na boca dela. Jean-No junta, mãos fortes na minha bunda. Roupas voam. Ela nua, cona lisa com pelinhos no monte, eu adoro. Ele de pau duro, médio, grosso. ‘Quero vocês dois’, sussurra ela, voz rouca. Eu abaixo, chupo ela, língua no clitóris inchado, dedos na cona molhada, outro no cu apertado. Ela geme alto, ‘Assim, caralho!’. Olho up, ela mama o pau dele gulosa, baba escorrendo. Excitação louca, nunca pensei ver pau de homem me deixar assim tensa.

A Escala e o Encontro no Lobby

Ela goza na minha boca, suco salgado, corpo tremendo na cama. Agora ela nos chupa alternados, boca quente, língua no saco dele, no meu clitóris. ‘Deixa ele te chupar’, pede ela. Hesito, mas a boca dele é boa, dedos no meu cu. Vejo ele gozar na boca dela, jatos grossos, ela engole rindo. Eu explodo na língua dele, dois dedos me fodendo atrás, prazer doido. No colchão, suor salgado na pele, clim gelando os peitos.

Deitamos, mas ela quer mais. ‘Acorda ele com a boca’, pede, beijando-me. Chupo o pau mole dele, endurece devagar, gosto salgado. Ele acorda, lambe a cona dela enquanto eu mamo ele. ‘Bom, chupa bem!’, elogia ela. Ela senta no pau dele, eu lambo os dois, cu dela abrindo. Fodo o cu dela com dedos, sinto o pau dele dentro. Lubrificante do criado-mudo, frio. Ela de quatro sobre ele, eu ponho o strap-on que trouxe na mala – urgência de viagem. ‘Vai devagar no meu cu’, geme ela. Entro, apertado, quente, sinto ele através da parede fina. Ritmo sincroniza, ela grita, ‘Fode-me os dois buracos!’. Ele goza primeiro, enchendo a cona. Ela explode, tremendo violento, unhas na minha coxa. Eu venho forte, corpo mole.

O Sexo Intenso no Quarto de Hotel

Horas depois, 4h da manhã, aviões rugindo. Ela domina: ‘Quero ver vocês dois’. Hesito, mas eles me convencem chupando-me juntos. Ela prepara o cu dele, lubrifica. ‘Enculha-o’, manda ela, chupando o pau dele. Entro nele devagar, apertado, ele geme fodendo ela de quatro. Emboîtés, ritmo louco. Gozamos juntos, explosão total. Depois invertem: ele no meu cu, eu fodo ela com strap forte. Perco a cabeça, prazer anal inédito, razão some. Gozo tremendo, cu cheio, cona dela apertando.

De manhã, café rápido, beijos. ‘Segredo nosso’, dizemos. Pego o voo, corpo dolorido, cheiro deles na pele, molhada ainda lembrando. Anonymato salvo, prazer fresco como o ar do avião. Nunca mais verei, mas que noite fora do comum!

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