A Minha Escale Quente em Maiorca: Sedução Selvagem com um Estrangeiro

Estava de volta de um congresso em Barcelona, mas o voo atrasou e acabei numa escala forçada em Maiorca. Cheguei ao hotel perto do aeroporto suada, o ar quente e húmido colava na pele. No lobby, o ar-condicionado gelado arrepiava os pelos dos braços. Pedi um gin tónico no bar, só para relaxar. Foi aí que o vi: um tipo alto, alemão pelo sotaque, olhos azuis famintos, talvez uns 45 anos, camisa aberta no peito moreno pelo sol.

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Sorri para ele, pernas cruzadas no banco alto, saia curta subindo um pouco. Ele aproximou-se. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse com riso. Conversámos banalidades – o voo, a ilha, o calor. Mas o olhar dele descia para os meus seios, o decote da blusa fina. Senti o formigueiro na cona, aquela excitação do desconhecido. Ninguém me conhece aqui. ‘Queres passear na praia? Está pertinho’, propôs. Aceitei, coração acelerado. O barulho distante dos aviões, como um lembrete da urgência – o meu voo saía de madrugada.

A Escale e o Encontro no Lobby

Caminhámos pela promenade escura, brisa salgada na pele, saia voando leve. Parou-me contra um hangar de barcos, mãos nas minhas ancas. ‘És linda’, murmurou, beijando-me o pescoço. Gemi baixinho, o gosto a sal na boca dele. Desabotoou a blusa, ar livre nos meus peitos nus – mamilos duros pelo vento fresco. Chupou-os com fome, língua rodando, dentes leves. ‘Assim… oh foda-se’, suspirei, mão na nuca dele.

Ele baixou a saia, cueca de lado. Dedos grossos entraram na minha cona molhada, escorrendo já. ‘Estás ensopada, puta safada’, riu rouco. ajoelhei na areia fria, desabotoei-lhe as calças. A pica saltou dura, grossa, veias pulsando, cheiro a macho suado. Engoli-a inteira, garganta aberta, baba escorrendo. Ele fodia-me a boca, mãos no cabelo: ‘Chupa mais fundo, caralho’. O som molhado, ondas ao fundo, corações trovejando.

O Sexo Intenso na Praia e o Adeus

Levantou-me, virou-me contra a parede áspera do hangar. Esparramou as minhas pernas, enfiou a pica de rompante na cona. ‘Ahhh! Fode-me forte!’, gritei. Batia fundo, bolas chapinhando na minha pele, suor misturado ao sal. Gozei primeiro, cona apertando-o, pernas tremendo. Ele acelerou, ‘Vou gozar dentro!’, avisou. ‘Sim, enche-me!’, implorei. Jatos quentes inundaram-me, escorrendo pelas coxas. Ficámos ofegantes, ele ainda dentro, beijando-me sujo.

Voltámos ao hotel, eu com o esperma dele a pingar, saia amarrotada. No elevador, sorriu: ‘Segredo nosso’. Dormi pouco, corpo latejando, cheiro dele nos lençóis baratos. De manhã, check-out rápido, táxi para o aeroporto. No avião, toquei-me discretamente, revivendo cada estocada, o gosto da pica na boca, o gozo quente. Anónimos para sempre, mas o prazer ainda pulsa na pele. Que escale do caralho.

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