Estava em escala em Lisboa, voo atrasado por horas. Noite quente, ar úmido colando na pele. Entrei no lobby do hotel do aeroporto, ar condicionado gelado arrepiando os braços. Eu… cansada, mas excitada com a liberdade. Longe de casa, ninguém me conhece. Vestia um vestido leve, sem sutiã, só calcinha fio dental e meias até as coxas. Cabelos soltos, cheiro de perfume misturado com suor.
Ele surgiu do nada. Moreno, barba de três dias, olhos famintos. Tipo europeu, uns 30 anos, camisa aberta no peito. Sentou ao meu lado no bar, pediu uma cerveja. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse com sotaque francês. Sorri, pernas cruzadas roçando na dele. ‘Sim, e tu? Escalei aqui também?’. Conversa solta, risos. Olhares que queimam. Senti a cona pulsar, molhada já. Ele pôs a mão na minha coxa, de leve. ‘Quente aqui, não?’. Levantei, ‘Vem comigo?’. Subimos pro quarto dele, corações acelerados, barulho dos aviões ao fundo.
A Escala Imprevista e a Tensão no Lobby
Porta fechada, ele me prensou na parede. Boca na minha, língua invadindo, gosto de cerveja e sal. Mãos por baixo do vestido, descobrindo que não usava nada por cima. ‘Puta que pariu, estás nua!’, rosnou. Mordi o lábio, ‘Fode-me agora, estranho’. Tirei a camisa dele, peito peludo, cheiro de homem. Ajoelhei, abri a braguilha. Pila grossa, dura como pedra, veias saltadas. Chupei devagar, língua na cabeça, saliva escorrendo. Ele gemia, ‘Caralho, que boca boa’. Segurei as bolas, pesadas, lambi o cu dele de surpresa. Ele me puxou pro ar, jogou na cama. Drapos frios do hotel contra a pele quente.
O Sexo Intenso e o Adeus com Prazer na Memória
Rasguei a roupa toda. Ele lambeu minha cona, molhada de tesão, clitóris inchado. Dois dedos dentro, mexendo forte, ‘Estás ensopada, safada’. Gemi alto, ‘Mais, fode com os dedos!’. Ele meteu três, batendo no fundo, sucos escorrendo pela bunda. Virei de quatro, ‘Agora a pila, enche-me!’. Entrou de supetão, caralho enorme rasgando a cona. Pancadas violentas, bolas batendo no clitóris. ‘Grita, puta!’, disse, puxando cabelo. Gozei primeiro, tremendo, esguichando no lençol. Ele virou, meteu no cu devagar, lubrificado com minha pouca. Doía bom, ‘Devagar… não, mais forte!’. Fodemos assim, alternando buracos, suor pingando, clim zumbindo.
Ele me fez engolir tudo, pila na garganta, bolas na boca. ‘Chupa até secar’. Gemi com a boca cheia. Por fim, gozou na cara, esperma quente, grosso, nos olhos, boca, cabelo. Lambi o resto, ‘Delícia’. Limpamos rápido no chuveiro, corpos colados, mais uns beijos. ‘Vou embora, voo parte’, disse. Ele sorriu, ‘Volta quando quiseres, anónima’. Saí, pernas bambas, cona dolorida, cheiro dele na pele. No avião, turbulência, mas o prazer latejava. Ninguém sabe, só eu e aquela memória carnal. Liberdade de passageira, urgência do adeus. Ainda sinto o sal do suor dele.