A Minha Escale Quente com um Italiano Dominante no Hotel do Aeroporto

Estava em escala em Milão, voo atrasado por uma tempestade. Calor moite no ar do aeroporto, cheiro de café e suor. Entro no lobby do hotel ao lado, só para matar tempo. Vestida com uma saia curta, top justo, saltos altos – férias no sol, mas longe de casa, ninguém me conhece. Sinto liberdade, excitação do desconhecido.

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Vejo-o no bar: italiano, uns 50 anos, fato elegante, olhar direto. Chama-se Pierre, diz. Origem italiana, voz grave. Conversamos. Ele viaja a negócios, voo cedo. Flertamos. ‘Gostas de ordens?’, pergunta, mão no meu joelho. Tremi. ‘Sim’, respondo, coração acelerado. Troca de mails rápidos. ‘Vou-te chamar. Prepara-te: minissaia, guêpière, collants, saltos. Às 21h.’ Olho o relógio. 20h30. Subo ao quarto, duche rápida, visto tudo. Climatização fria na pele molhada, arrepios.

A Rencontre no Lobby e a Tensão que Subia

Telefone toca. Hesito. ‘Sim?’ ‘Pierre.’ ‘Boa noite, Senhor Pierre.’ ‘Pronta?’ ‘Sim, Senhor.’ ‘Destranca a porta. Fica de pé no meio do quarto, costas à porta, mãos atrás.’ Tremia, mas obedeço. Fecho olhos. Porta abre, passos. Sinto-o atrás, pano nos olhos. Coração explode. ‘Vira-te.’ Obedeço. Corpo dele cola no meu, lábios nos meus, língua força entrada. Mãos nas minhas nádegas, apalpa, levanta saia, explora rabo pela cueca. ‘Boa rapariga.’

Tira o pano. Senta no sofá. ‘Serve whisky. Vem aos meus pés.’ Caminho devagar, saltos clicam no chão frio. Sirvo, sento cabeça no joelho dele. Mão na coxa, subo. ‘Queres-te a vontade, Senhor?’ ‘Sim, faz.’ Ajoelho, desaperto cinto, fecho éclair. Tiro sapatos, calças. Vou pendurar, volto. Mão na protuberância do boxer. Puxo pau para fora – grosso, quente. Masturbo devagar. Ele geme. ‘Mãos macias da próxima.’ ‘Sim, Senhor.’

O Sexo Intenso e o Adeus com o Prazer Ainda na Pele

‘Levanta-te. Mostra-te.’ Tiro top, saia cai. Vergonha, mas mãos dele nas ancas, coxas, apertam clítoris pela cueca. ‘Controla isso.’ ‘Sim.’ ‘Vira, mostra o teu sexo verdadeiro.’ Mão no rabo, dedo na racha. ‘Outra cueca, mais sexy.’ Corro ao quarto de banho, string violeta. Trago whisky. ‘Bebe connosco.’ Brindamos. ‘Ajoelha. Chupa.’ Boca no pau, salgado, veias pulsantes. Engulo fundo, baba escorre. Ele agarra cabelo, fode boca. ‘Boa puta.’

Levanta-me, vira. String de lado, dedo molhado entra no cu. ‘Pequeno, mas alonga-se.’ Aperta tomates – não, espera, sou eu a fêmea. Ele ri. ‘Quatro patas, cabeça no chão.’ Obedeço, cu exposto. Dedo fode devagar, outro junta. Dor, prazer. ‘Fico molhada, Senhor.’ Pau roça cona, entra num golpe. ‘Ah! Fode-me forte!’ Ele bate, mete fundo, barulho de pele molhada. Suor salgado na pele, clim ronca, motores ao longe. ‘Vou gozar!’ Ele enche-me, quente. Caio exausta.

‘Vou embora, voo.’ Veste-se. ‘Mantém dependência.’ Porta fecha. Fico ali, cu a pulsar, cona escorrendo. Voo meu em duas horas. No avião, lembro: gosto salgado, cheiro dele nos lençóis, urgência do adeus. Anónimo, perfeito. Volto a casa, mas o fogo fica.

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