Escala Quente: Meu Encontro Proibido no Hotel do Aeroporto

Estava em escala imprevista em Madrid, vindo de Lisboa para um congresso em Paris. Chuva forte atrasou tudo, noite no hotel do aeroporto. Ar condicionado gelado, cheiro de café queimado no lobby. Eu, saia curta, blusa decotada, pernas bronzeadas do sol português. Senti olhares, mas livre, longe de tudo.

💸Torna-te modelo webcamMais de 50% dos ganhos · Pagamentos diários · 60 M de visitas/diaSaber mais →

Ele chamou atenção: francês alto, bonito, braços engessados dos dois lados, plásticos brancos sujos de viagem. Lutava com a mala no balcão. ‘Precisa de ajuda?’, perguntei, voz suave, sorriso malicioso. Jérôme, 28 anos, acidente de moto há semanas. ‘Não posso nem me coçar sozinho’, riu, olhos descendo pro meu decote. Sentamos no bar, cervejas geladas. Falei do calor de Portugal, ele da França chuvosa. Toquei o braço dele de leve, ‘Deve ser frustrante… tudo preso’. Ele corou, pau apertando a calça. Tensão subiu, ar úmido da noite, aviões rugindo ao fundo. ‘Meu quarto é ali, se quiser ajudar com o banho…’, murmurou. Coração acelerou. Por que não? Ninguém nos conhece.

A Tensão no Lobby do Hotel

Subimos. Quarto pequeno, lençóis brancos ásperos, cortinas finas deixando luz neon entrar. Ajudei a tirar a camisa, corpo definido, pelos no peito. Ele nu em segundos, pau meia-bomba já. ‘Não posso nem me tocar há semanas’, confessou, voz rouca. Eu ri, tirei a blusa, seios livres, saltando. Stringzinho encharcado. ‘Eu cuido disso.’ Molhei esponja, sabão cheirando lavanda barata. Passei nas costas, bunda firme, pernas musculosas. Ele gemeu. Virei-o: caralho duro, grosso, veias pulsando, pré-gozo brilhando. ‘Porra, que delícia’, sussurrei, mão no pau dele, punhetando devagar. Ele ofegou, ‘Vai, fode minha mão’. Acelerei, polegar no saco peludo, cheiro de macho subindo. ‘Quero chupar’, pedi. Ajoelhei na banheira, água morna pingando. Boca no caralho, língua rodando o saco salgado de suor. Ele empurrou a cabeça, ‘Engole tudo, puta portuguesa’. Gozei com a palavra, cona latejando. Levantei, tirei tudo, montei nele na cama. Cona escorrendo, sentei no pau, devagar, esticando. ‘Caralho, que quentinha tua buceta’, grunhiu. Quiquei forte, seios balançando, unhas cravando o peito dele. Clima gelado arrepiando pele suada. Virei de costas, bunda pro alto, ele metendo com quadril. ‘Fode meu cu?’, implorei. Lubrificante do kit hotel, dedo abrindo, pau entrando devagar. Dor boa, cheia, gemendo alto. Aviões rugindo como trilha. Gozei gritando, cona esguichando lençol. Ele veio logo, porra quente enchendo meu cu, escorrendo coxa. Beijamo-nos suados, sal na boca.

De manhã, beijo rápido no lobby. ‘Foi insano, regressa a Lisboa?’, perguntou, olhos famintos. ‘Sim, mas levo teu cheiro na pele.’ Avião decolando, cona dolorida, sorriso no rosto. Anônimo, urgente, perfeito. Ainda sinto o gosto da porra dele, liberdade de quem passa e some. Volto quando quiser.

Leave a Comment