Estava em escala imprevista no aeroporto de Paris, voltando de um congresso em Londres. Chuva miúda lá fora, barulho constante dos motores ao longe. Apanhei um shuttle pro hotel cápsula ali perto, exausta mas excitada com a liberdade de estar tão longe de casa. Ninguém me conhece aqui. No lobby, húmido e com ar condicionado gelado, sentei-me no bar com um copo de vinho tinto. Dois franceses, Mickaël e Stéphane, sentaram-se ao lado. Riram-se de um comentário meu sobre o voo atrasado. Eram engraçados, olhos brilhantes, corpos atléticos debaixo das camisas. ‘Estás sozinha?’, perguntou Mickaël, com sotaque sexy. Eu sorri, sentindo o formigueiro na pele.
Conversámos sobre viagens, fantasias de quem anda sempre a voar. ‘O meu maior tesão é ver uma mulher a despirmo-nos devagar, a mostrar tudo’, disse Stéphane, piscando o olho. Corei, mas a cona já latejava. Admiti: ‘Eu… adoro ser vista nua por estranhos. Faz-me molhar.’ Eles trocaram olhares. ‘Vem à nossa quarto? Fica entre nós. Amanhã voamos cedo.’ O coração batia forte. Subi com eles, o elevador cheirava a perfume misturado com suor. Na quarto, ar condicionado a zumbir, cortinas semi-abertas deixando entrar luzes da pista. ‘Mostra-nos’, pediu Mickaël, voz rouca.
O Encontro Fortuito no Lobby e a Tensão que Cresce
Tirei a blusa devagar, os meus peitos grandes saltaram no sutiã simples de algodão. ‘Porra, que mamas enormes! 95C, aposto’, gemeu Stéphane, aproximando-se. Desabotoaram-me as calças, as ancas largas expostas. ‘Fino na cintura, rabo firme… Silhueta que dá tesão.’ O calor subia, suor salgado na pele. Despiram-me o sutiã. ‘Mamilos duros, aréolas grandes e granuladas. Estás excitada, não estás?’ Mickaël apanhou-os, malaxou os peitos. Eu gemi, molhada. A cueca caiu. ‘Pelos na cona, bem aparados. Abre as pernas.’ Sentei na cama, lençóis ásperos de hotel, pernas afastadas. Eles ajoelharam-se, inspecionando.
Stéphane afastou os lábios: ‘Lábios pequenos roxos, clítoris inchado e comprido. Olha a baba a escorrer!’ Enfiou dois dedos, depois três. ‘Dilata bem, pronta pra caralho.’ Mickaël lambeu, língua quente na fenda fresca. ‘Sabe a sal e tesão.’ Eu tremia, o barulho dos aviões abafando os gemidos. ‘Fode-me, por favor’, supliquei. Mas eles brincavam: ‘Só te fazemos gozar primeiro.’ Stéphane lubrificou a mão, meteu o punho devagar. ‘Aceitas fisting? Vês? Entras toda.’ Ritmo acelerado, mão dentro da cona, polegar no clítoris. Eu gritei: ‘Sim! Fode mais forte!’ Gozei em jatos, corpo convulso, suor moído na noite quente.
O Sexo Cru e Intenso na Quarto de Hotel
Samuel – espera, não, Mickaël baixou as calças. Pau médio, duro. ‘Agora sim.’ Preservativo posto, entrou-me de rompante na mesa da quarto. ‘Cona apertada, mama.’ Boris – ah, Stéphane – virou-me, pau maior, 20cm grosso. ‘Vou-te partir.’ Claques no rabo, estocadas fundas tocando o colo do útero. ‘Grita, puta de passagem!’ Eu uivava, peitos balançando, gosto de sal nos lábios. Ele gozou rugindo, capote cheio. Trocaram, Samuel – Mickaël lambeu o resto, dedos no cu. Gozei outra vez, pernas moles.
De manhã, voo às 6h. Beijos rápidos no lobby, ‘Segredo nosso’. No avião, cona ainda latejante, cheiro deles na pele. Anonymato perfeito, prazer gravado. Voltei a Lisboa mudada, ansiando próxima escala.