Estava em viagem de negócios de Lisboa para Londres, mas um voo cancelado me deixou numa escala forçada em Paris. Hotel básico perto do Charles de Gaulle, noites quentes e úmidas infiltrando pela janela mal vedada. O ronco distante dos aviões misturava-se ao zumbido do ar condicionado gelado, que arrepiava a pele nua nos lençóis ásperos. Liberdade total ali, ninguém me conhecia.
Manhã cedo, umas sete e meia. Acordei com tesão acumulado da viagem, vesti só uma camisola fina de algodão, curta, que subia nas coxas ao andar. Desci para a cozinha comum do andar – hotel low-cost, essas áreas partilhadas incentivam loucuras. Abro as persianas para luz entrar, sinto um movimento atrás. Viro-me: um homem na casa dos 50, nu, corpo firme, pica semi-dura balançando entre pernas musculosas. Olhos castanhos, sorriso safado.
O Encontro Acidental e a Tensão no Corredor
— Desculpa, preciso do WC — diz ele, sotaque francês grosso, voz rouca de sono.
— Relaxa… ficas sexy assim — respondo, voz baixa, aproximando-me devagar. Sinto o cheiro dele, suor fresco misturado a colónia. Ele olha as minhas pernas, demora-se nas coxas expostas quando cruzo-as.
— E tu? Essa camisola… mostra as pernas perfeitas. E mais.
O coração acelera. Aproximo o rosto, centímetros dos lábios dele. Ele treme, ereção crescendo. Beijamo-nos ali mesmo, línguas urgentes, mãos dele apertando as minhas nádegas. Empurro-o para o quarto dele, porta bate. Camisola voa, ele mama os meus mamilos duros, língua quente rodando. Eu abaixo-me, engulo a pica grossa, veias pulsando, gosto salgado de pré-gozo. Ele geme: «Oh merde, chupa mais…».
Deito na cama dele, lençóis frios de AC. Ele abre as minhas pernas, lambe a cona encharcada, clitóris inchado como um botão. Dedos dentro, bombeando. Gozo rápido, corpo arqueando: «Sim, fode com a boca!». Ele sobe, pica na entrada molhada, empurra forte. Ritmo animal, coxas batendo, suor pingando. Viro de quatro, ele agarra as minhas ancas, fode fundo, bolas batendo no clitóris. «Vou gozar!», grita. «Dentro, enche-me!». Jatos quentes inundam, eu gozo de novo, cona apertando.
O Êxtase Proibido e o Adeus Ardente
Caímos ofegantes. «Foi louco… mas o dia começa», diz ele, beijando. Subo, vemo-nos no lobby mais tarde. Ele apresenta Nathalie, esposa elegante, curvas maduras. Olhares cúmplices. Jantamos, vinho solta línguas.
Noite, lobby esvazia. Nathalie sussurra: «Ele contou tudo. Queres nós os três? Sem segredos aqui.» Subimos à suíte deles, urgência do meu voo amanhã. Despiamo-nos devagar. Nathalie beija-me primeiro, boca macia, mãos nos meus peitos. François assiste, pica endurecendo. Eu chupo Nathalie, cona peluda grisalha, clitóris enorme, como um mini-caralho. Ela geme francês: «Oui, suce mon clito!». 69 torride, línguas mergulhando, sucos misturando, gosto ácido e doce.
François junta, fode Nathalie por trás enquanto eu lambo as bolas dele roçando a cara. «Adoro ver-te entrar nela», digo. Ele troca, mete em mim, Nathalie mama o clitóris exposto. Ritmo acelera, corpos suados, pele salgada no gosto. Gozo gritando, ele puxa para a boca de Nathalie: «Partilha!». Beijam-se com o meu gozo dele, esperma escorrendo.
Último round: eu de quatro, François fode forte, Nathalie debaixo lambendo. «Goza na cona dela!», ela manda. Ele explode dentro, eu tremo em orgasmo. Silêncio, corpos colados, AC gelando o suor.
Manhã, check-out. Abraços no lobby, promessas vagas. No táxi para o aeroporto, corpo ainda dói de prazer, cona latejando com resquícios. Anónimo total, ninguém sabe. Sorrio, memória gravada, liberdade de passagem.