A Minha Aventura Erótica numa Escale Imprevista no Douro

Eu tinha 32 anos, portuguesa de Lisboa, em viagem de negócios para o Porto. O comboio atrasou por uma greve idiota, escale forçada num hotelzinho numa aldeia ao longo do Douro. Cheguei suada, o calor moite da noite colava a blusa no peito. O lobby estava cheio, uma festa local improvisada, música alta, cheiro de vinho e sardinha assada. Ninguém me conhecia ali, longe de casa, livre para tudo.

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Sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco. Vi-o: um francês alto, uns 28 anos, olhos azuis tímidos, sozinho com uma cerveja. Parecia deslocado, como eu. Sorri, levantei-me devagar. ‘Não dances?’, perguntei, voz rouca do cansaço. Ele corou, gaguejou: ‘Eu… não sou bom nisso’. Peguei na mão dele, quente, úmida. ‘Eu ensino-te’. Dançámos colados, corpos roçando. Senti o pau dele endurecer contra a minha coxa. O ar condicionado do lobby gelava a pele, mas o suor escorria pelo meu decote. Falámos baixo: ele em trânsito, eu sedutora. ‘Quarto 12, meia hora’, sussurrei no ouvido dele, mordendo o lóbulo. Ele assentiu, olhos famintos.

O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente

Subi primeiro, duche rápida, água fria a arrepiar os mamilos. Ouvi a porta bater. Ele entrou, hesitante. ‘Não sei se…’. Calo-o com um beijo molhado, língua invadindo a boca dele. Rasguei a camisola, peito liso, músculos tensos. Desabotoei as calças, pau saltou para fora, grosso, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. ‘Quero chupar-te’, disse, ajoelhando. O gosto salgado do suor misturado com o dele encheu-me a boca. Chupei devagar, bolas pesadas na mão, ele gemia: ‘Merda, que boca…’. Levantei-me, tirei a saia, tanga encharcada. Ele atacou os meus peitos, mamilos duros como pedras, sugando forte. Deitei-me na cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro a desinfectante. ‘Fode-me agora, urgente, amanhã parto’. Ele tremeu, mas obedeceu. Dedos na cona molhada, escorregadia, clitoris inchado. ‘Estás tão quente…’. Meti-o dentro, pau esticando-me toda, preenchendo. Cavalguei forte, ancas batendo, som molhado ecoando. O quarto tremia com os gemidos, som distante de comboios na noite. Mudei posição, de quatro, ele atrás, unhas cravadas nas nádegas. ‘Mais fundo, caralho!’. Gozei primeiro, cona apertando o pau dele, ondas de prazer rasgando-me. Ele puxou fora, jorrou quente no meu rabo, esperma escorrendo pelas coxas. Limpámos com toalhas ásperas, rindo ofegantes. Fizemos mais duas vezes: eu por cima de novo, depois missionário lento, beijos suados. O gosto de sal na pele dele, suor misturado, clim zumbindo baixo.

De manhã, café rápido no lobby. Ele partia para França, eu para o Porto. Troca de mails falsos, anonimato puro. No comboio, pernas doridas, cona ainda sensível, sorri sozinha. Aquela escale torride, desconhecido engolido pela urgência do adeus. Ninguém sabe, mas sinto ainda o pau dele, o cheiro da noite. Liberdade de passagem, prazer cru que fica para sempre.

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