Estava em viagem de negócios para Espanha, mas o voo atrasou e tive uma escale imprevista em Madrid. Cheguei ao hotel exausta, o ar quente e húmido da noite a colar-me à pele. O lobby estava quase vazio, só o zumbido da clim e o som distante dos motores no aeroporto. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico gelado, o copo a suar nas minhas mãos.
Ele apareceu do nada. Alto, olhos azuis, casaco aberto sobre uma camisa branca. Falava com a mulher dele ao telemóvel, mas os olhos cruzaram os meus. Sorri, cruzei as pernas devagar, sentindo o vestido subir um pouco. ‘Portuguesa?’, perguntou, acento francês suave. ‘Sim, escale chata’, respondi, mordendo o lábio. A mulher dele chegou logo, loira linda, peitos fartos num pull justo. Sentou-se ao lado dele, mas eu via o fogo nos olhos dela também.
O Encontro Fortuito no Lobby e a Tensão que Subia
Conversámos. Ele, Pierre, empresário. Ela, Karen, radiante de vinho. O álcool soltava as línguas. Falei da liberdade de viagens, de como ninguém nos conhece aqui. ‘Ninguém julga’, disse eu, roçando a perna na dele por baixo da mesa. Ele corou, mas não recuou. Karen riu, mão na coxa dele, mas os olhos em mim. ‘Gostas de aventuras?’, perguntei. Silêncio pesado, só o gelo a tilintar nos copos. ‘Talvez esta noite’, murmurou ela, voz rouca.
Subimos ao quarto deles, urgência no ar. A porta mal fechou e Pierre beijou-me, mãos nas minhas tetas, apertando forte. ‘Fode-me já’, sussurrei, sentindo a cona a pulsar. Karen assistia, desabotoando o vestido dele. O quarto cheirava a clim fria e perfume caro, lençóis brancos de hotel a esperarem.
Pierre atirou-me para a cama, rasgou-me as cuecas. ‘Que cona molhada’, grunhiu, enfiando dois dedos, fodendo-me devagar. Gemiam os três, o som dos motores ao fundo como banda sonora. Karen despiu-se, tetas enormes balançando livres, veio lamber-me o pescoço, salgado de suor. ‘Chupa-a’, ordenei, e ela obedeceu, língua na minha cona, sugando o clitóris com fome. Pierre meteu o caralho na boca dela, fodendo-lhe a garganta enquanto ela me comia.
O Sexo Intenso e Sem Filtros na Quarto
Eu queria mais. ‘Fode-me o cu’, disse a Pierre, de quatro nos lençóis ásperos. Ele cuspiu na mão, lubrificou, entrou devagar. Dói e prazer ao mesmo tempo, o caralho grosso a esticar-me. Karen por baixo, chupando a cona dele, dedos no meu clitóris. ‘Porra, vais gozar?’, perguntei, sentindo o suor pingar. Ele acelerou, bolas a bater nas minhas nádegas, grunhindo francês sujo.
Karen montou a cara dele, cona depilada a esfregar na boca. Eu virei, chupei as tetas dela, mordi os mamilos duros. Pierre saiu do meu cu, meteu na cona dela, fodendo forte. ‘Enche-me de porra’, implorei, masturbando-me. Ele gozou dentro dela, jatos quentes a escorrer. Eu lambi tudo, cona dela cheia de porra, misturada com o meu suor salgado.
Depois, ela chupou-me o cu arrombado, língua fundo, enquanto Pierre me fodia a boca. Gozei gritando, corpo a tremer na clim gelada, cheiro de sexo por todo o lado. Ele veio na minha cara, porra quente a escorrer pelo queixo.
De manhã, o sol filtrava pelas cortinas finas. Vesti-me depressa, beijei-os. ‘Segredo nosso’, disse. No táxi para o aeroporto, a cona ainda latejava, cu dolorido mas bom. Ninguém sabe, só o prazer fica. Volto a casa, mas esta escale… marca-me para sempre. Liberdade de passageira.