Estava em viagem de negócios de Lisboa para Paris. Escale imprevista em Nantes por causa de uma greve. Cheguei ao hotel ao fim da tarde, suada da correria no aeroporto. O ar condicionado do lobby batia forte, gelado na pele. Eu vestia uma mini-saia jeans azul escura, curtíssima, 25 cm só, que comprei numa loja de usados ali perto. Curta o suficiente para mostrar as coxas morenas, o cu quase à vista se me curvasse. Adoro isso, seduzir desconhecidos em trânsito. Ninguém me conhece aqui.
Sentei no bar do lobby, pernas cruzadas, copo de vinho na mão. Ele apareceu: Sébastien, loiro cacheado, olhos verdes, magro, uns 1,80m. Vestia camisa justa anos 70, ar andrógino. Olhou para mim, para a saia, sorriu tímido. ‘Boa noite, francesa?’ perguntei em francês aprendido na escola. ‘Não, belga de passagem’, riu ele. Conversa solta: viagens, solidão em escalas. O vinho aqueceu, a mão dele roçou a minha coxa. Senti o calor subir. ‘Gostas da minha saia? É provocante, né?’ Ele corou. ‘Muito… faz sonhar.’ Levantei, saia subiu um pouco, mostrei o fio dental preto por baixo. ‘Quarto 312. Vem ver de perto? O avião sai amanhã cedo.’ Ele hesitou, mas veio.
O Encontro Casual no Lobby e a Tensão que Cresce
No quarto, ar condicionado zumbia baixo, lençóis brancos de hotel cheiravam a limpo e desejo. Fechei a porta, empurrei-o contra a parede. Beijei faminta, língua na boca dele, gosto de vinho e tabaco. ‘Tira a roupa, mas devagar.’ Ele obedeceu, pila já meia dura saindo da cueca. Eu despi a saia devagar, fiquei de string e top. ‘Chupa-me os peitos.’ Ele lambeu os mamilos duros, mordiscou. Gemi alto. Deitei na cama, pernas abertas. ‘Come a minha cona.’ Língua dele quente, molhada, chupando o clitóris, dedos dentro. Eu gemia, ‘Mais fundo, caralho!’. Virei de quatro, cu empinado. ‘Quero a tua pila no meu cu agora. Lubrifica.’ Ele pegou o gel do meu saco de viagem, untou a rola grossa, veia pulsando, e o meu buraco.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel, Sem Filtros
Entrou devagar, centímetro a centímetro. ‘Que cu apertado, puta portuguesa!’ Gemeu ele, empurrando forte. Eu gritei de prazer, ‘Fode mais, racha-me o cu!’. O quarto cheirava a sexo, suor salgado na pele, barulho distante de aviões. Batia as bolas no meu clitóris, mãos nas minhas nádegas, tapa forte. ‘Gostas de ser fodida por um estranho?’ ‘Sim, fode como um animal!’. Virei, montei nele, saia ainda na cintura como troféu. Cavalguei a pila dura, cona escorrendo, cu latejando. Ele chupou os meus peitos, beliscou. ‘Vou gozar!’, urrei. Gozei forte, corpo tremendo, esguicho na barriga dele. Ele virou-me, fodeu o cu sem piedade, ‘Recebe o meu leite, vadia!’. Gozou dentro, quente, enchendo-me. Caímos ofegantes, suor misturado, corações a mil.
De manhã, café rápido, beijo no lobby. ‘Foi incrível, anonimato puro.’ Ele sorriu, ‘Volta a Nantes.’. Apanhei o táxi para o aeroporto, cu ainda dolorido, mas pulsar de prazer. Na sala de embarque, revivi: o cheiro dos lençóis, o slap das coxas dele nas minhas, o jorro no cu. Liberdade de passageira: fodi sem amanhã, ninguém sabe em Lisboa. Ainda sinto o sal do suor dele na pele, o ronco dos motores ao fundo. Que escale do caralho.